# As 6 dúvidas mais comuns sobre lifting > O lifting vem do verbo “lift” que, na tradução literal do inglês, significa “elevar”. Não à toa, a técnica é utilizada em cirurgias que visam reacomodar tecidos do corpo em seu lugar original, que podem estar descolados pela ação do tempo e/ou gravidade e, é… - URL canônica: https://rodolfooliveiracp.com.br/artigos/duvidas-lifting - Autor: Dr. Rodolfo Oliveira - Credenciais: CRM-SP 137000; RQE 67176 - Categoria: Cirurgia Plástica - Publicado em: 03/11/2018 - Atualizado em: 2018-11-03T06:00:26.000Z - Palavras-chave: Dr. Rodolfo Oliveira, Cirurgião plástico em São Paulo, Cirurgia plástica em São Paulo, Cirurgião plástico no Itaim Bibi, Itaim Bibi, As 6 dúvidas mais comuns sobre lifting, Cirurgia Plástica, As 6 dúvidas mais comuns sobre lifting em São Paulo, Cirurgia Plástica no Itaim Bibi, Lifting facial ## Conteúdo O lifting vem do verbo “lift” que, na tradução literal do inglês, significa “elevar”. Não à toa, a técnica é utilizada em cirurgias que visam reacomodar tecidos do corpo em seu lugar original, que podem estar descolados pela ação do tempo e/ou gravidade e, é claro, pela perda natural de colágeno. Sendo assim, a técnica visa acabar com a “ptose” que afeta os tecidos. Nada mais é do que aquela sobrinha de pele que pode incomodar em diversas regiões do corpo. O nome é comumente associado, ainda, ao procedimento que melhora o aspecto da face, seios, braços, pescoço, glúteos, coxas e outros. A seguir, confira a resposta para as 6 dúvidas mais comuns relacionadas ao lifting. Preparada para conferir? Então vamos lá. 6 dúvidas mais frequentes sobre o procedimento de lifting Quais são os diferentes tipos de lifting? São os principais tipos de lifting: Lifting facial: que visa à remoção da flacidez do rosto; Lifting temporal: realizado apenas na região do supercílio; Lifting frontal: realizado em rugas na testa; Lifting cervicofacial: realizado no pescoço e face; Lifting nas coxas; Lifting no pescoço; Lifting nos braços; Lifting nos glúteos; Lifting nos seios. Para quem a técnica é indicada? O lifting visa à remoção de sobras de pele/tecidos, tratando a flacidez de glúteos, braços, rosto, coxas, seios, pescoço e outras regiões do corpo. É um tratamento comumente realizado após os 40 anos de idade, quando o indivíduo quer “reposicionar” esses tecidos para o lugar de origem, combatendo os sinais de envelhecimento. Há contraindicações? Basicamente, o procedimento só é contraindicado de modo técnico a pacientes com expectativas fantasiosas, diferentes ou até mesmo irreais, relacionadas àquilo que é oferecido pela técnica. A contraindicação clínica envolve pacientes com doenças sistêmicas sem controle como diabetes, pressão alta e cardiopatias em geral. Indivíduos que fumam também podem entrar nesse público, no caso de cirurgias realizadas no rosto, visto que o procedimento pode resultar em necrose em vasos formados por componentes do cigarro. Como é o preparo para a cirurgia? Primeiramente, o indivíduo deve explicar quais são as suas expectativas em relação à cirurgia, expondo as necessidades, resultados esperados e quaisquer particularidades. Em seguida, a preparação se torna física/clínica. São solicitados, geralmente: raio-X da região a ser realizado o procedimento; avaliação do coração; hemograma completo e exames de urina. E a recuperação? A recuperação do lifting exige repouso por período que varia de uma a duas semanas, até a remoção dos pontos. Os hematomas e inchaço, por sua vez, podem levar uma média de três a quatro semanas para passar. Há a possibilidade de complicações? As complicações, apesar de raras, podem envolver hematomas, infecções, paralisias, assimetrias, necroses de pele, deformidades de lóbulos e outros. Agora você já conhece a resposta para as 6 dúvidas mais comuns sobre lifting. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo ! ## Aviso médico Conteúdo educativo. Não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou indicação médica individualizada.