# Ginecomastia – Sintomas, causas e tratamento > A ginecomastia é o inchaço das glândulas mamárias em homens, por causa de um desequilíbrio hormonal. Bem, todos nós temos mamas, mulheres e homens. O que ocorre é que nas mulheres há um desenvolvimento natural, que quando acontece nos homens, é algo que deve… - URL canônica: https://rodolfooliveiracp.com.br/artigos/ginecomastia - Autor: Dr. Rodolfo Oliveira - Credenciais: CRM-SP 137000; RQE 67176 - Categoria: Mamoplastia - Publicado em: 21/11/2017 - Atualizado em: 2018-04-24T22:02:31.000Z - Palavras-chave: Dr. Rodolfo Oliveira, Cirurgião plástico em São Paulo, Cirurgia plástica em São Paulo, Cirurgião plástico no Itaim Bibi, Itaim Bibi, Ginecomastia – Sintomas, causas e tratamento, Mamoplastia, Ginecomastia – Sintomas, causas e tratamento em São Paulo, Mamoplastia em São Paulo, Mamoplastia no Itaim Bibi ## Conteúdo A ginecomastia é o inchaço das glândulas mamárias em homens, por causa de um desequilíbrio hormonal. Bem, todos nós temos mamas, mulheres e homens. O que ocorre é que nas mulheres há um desenvolvimento natural, que quando acontece nos homens, é algo que deve ser tratado. Também conhecida como Hipertrofia mamária, a doença é bem comum de ocorrer durante a puberdade, em torno dos 13 anos de idade, por se tratar de uma fase em que os hormônios tendem a se desequilibrar um pouco. O que causa a ginecomastia Existem duas causas para este aumento das glândulas mamárias: aumento do tecido da mama e o acúmulo de gordura, que é chamado de pseudoginecomastia, sob os mamilos. O primeiro caso ocorre devido a desequilíbrios hormonais. O ser humano produz hormônios tanto androgênicos como estrogênicos, em geral o problema ocorre quando os níveis de um e outro estão desequilibrados. Para as mulheres, os estrogênios ajudarão a conferir as características femininas, assim como as masculinas serão dadas pelos androgênios. Há algumas condições externas que propiciam esses desequilíbrios, como uso de drogas e medicamentos, muitas vezes como efeito colateral. Suplementos alimentares e uso de anabolizantes também figuram entre as causas. Outras situações que podem levar a este aumento das mamas são: tratamentos quimioterápicos, insuficiência renal, tratamentos hormonais e tumores. O câncer de mama em homens é outra possível causa, embora mais rara. Nesse caso, costumam aparecer nódulos, que embora duros, são indolores. Sintomas e diagnóstico Como já dissemos, o sintoma principal é bem nítido: as mamas aumentam. É algo visível, porém eventualmente pode ser difícil saber diferenciar o tamanho que é normal do que deve ser tratado. Há casos de ocorrência de galactorreia, relacionada a um fluxo de leite. Para diagnosticar o problema, o médico terá que fazer um exame físico. Ele também fará um acompanhamento do histórico desse crescimento. Durante o exame físico o médico irá notar a presença, ou não, de um tecido firme, de forma concêntrica e ao redor do mamilo. A consistência desse tecido é elástica. Há também a chamada pseudoginecomastia, onde a gordura terá consistência mais macia. O médico também utilizará dosagens de hormônio para ajudar no estabelecimento do diagnóstico. Como tratar a ginecomastia Os médicos podem optar por um tratamento medicamentoso ou cirúrgico para a ginecomastia, conforme cada caso. Um medicamento bastante usual é o tamoxifeno, para bloquear os receptores de estrógenos. Podem ser indicadas compressas frias para casos de inchaço, assim como remédios para aliviar a dor. A cirurgia, em geral, é indicada para resolver a questão estética, bastante importante no tratamento de adolescentes. Se for identificado que o problema foi decorrente do uso de drogas – como a maconha – ou suplementos nutricionais, é preciso interromper o uso. Estas também são as formas de prevenção: evitar o uso destas substâncias. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo . ## Aviso médico Conteúdo educativo. Não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou indicação médica individualizada.