# Avaliação de risco cirúrgico: o que é e como é feita > Talvez você já tenha ouvido falar sobre avaliação de risco cirúrgico e ficou perdido, sem saber, de fato, do que se trata e como é realizada, não é? Neste artigo, entenderemos mais sobre o assunto. Confira! O que é risco cirúrgico? Como o próprio nome sugere,… - URL canônica: https://rodolfooliveiracp.com.br/artigos/risco-cirurgico - Autor: Dr. Rodolfo Oliveira - Credenciais: CRM-SP 137000; RQE 67176 - Categoria: Orientações - Publicado em: 15/04/2019 - Atualizado em: 2019-04-08T19:09:33.000Z - Palavras-chave: Dr. Rodolfo Oliveira, Cirurgião plástico em São Paulo, Cirurgia plástica em São Paulo, Cirurgião plástico no Itaim Bibi, Itaim Bibi, Avaliação de risco cirúrgico: o que é e como é feita, Orientações, Avaliação de risco cirúrgico: o que é e como é feita em São Paulo, Orientações em São Paulo, Orientações no Itaim Bibi ## Conteúdo Talvez você já tenha ouvido falar sobre avaliação de risco cirúrgico e ficou perdido, sem saber, de fato, do que se trata e como é realizada, não é? Neste artigo, entenderemos mais sobre o assunto. Confira! O que é risco cirúrgico? Como o próprio nome sugere, trata-se de um procedimento que visa verificar o estado clínico do paciente e possibilita à equipe médica avaliar o risco envolvido em caso de uma cirurgia e no pós-operatório. Com os resultados de diversos exames em mãos, o anestesista, o cirurgião e outros profissionais podem estabelecer os protocolos mais adequados para a operação. Além de exames bioquímicos e de imagem, a anamnese, uma espécie de entrevista com o paciente, é muito importante. Por mais que uma bateria de testes seja realizada e aponte possíveis anormalidades, é na conversa com o indivíduo que o médico saberá sobre o histórico familiar, uso de medicamentos, condições psicológicas, etc. A parte psicológica é extremamente relevante, sobretudo em cirurgias plásticas, já que muitas pessoas que querem operar alimentam expectativas irreais em relação aos resultados, e isso não é legal, uma vez que pode, inclusive, desencadear o surgimento de transtornos mentais, como depressão, após a cirurgia. Como é feita a avaliação de risco cirúrgico? Os procedimentos cirúrgicos são classificados de acordo com o grau de agressão, trauma tecidual e perdas sanguíneas. Eles podem ser, portanto, minimamente, moderados ou altamente invasivos. Os dois últimos alteram a fisiologia normal do organismo e podem requerer hemotransfusão, monitorização invasiva ou CTI no pós-operatório. Justamente, devido a essa complexidade, o médico solicita os seguintes exames: RX de tórax: desvios traqueais, nódulos pulmonares e edema pulmonar, por exemplo, são sinais de alerta. É indicado para pacientes maiores de 75 anos, sintomáticos e com fatores de risco para doença pulmonar; ECG: o eletrocardiograma deve ser realizado em homens acima de 40 anos e em mulheres acima de 50 anos. O objetivo é medir a atividade elétrica do coração; exames bioquímicos: verifica-se, principalmente, a coagulação e as funções hepática e renal, por meio de exames de sangue e de urina. As dosagens de uréia e glicose estão indicadas para os pacientes acima de 65 anos. A avaliação aponta contraindicações? Quanto mais velho o paciente, maior a chance de complicações cirúrgicas. Por isso, é preciso avaliar quais intervenções são realmente necessárias em pessoas com mais de 70 anos. Se o indivíduo for incapaz de aumentar a frequência cardíaca até 99 batimentos por minuto (bpm), por exemplo, ou tolerar exercício físico, o sinal vermelho acende. E por falar nisso, certas patologias elevam, e muito, os riscos cirúrgicos. São elas: hipertensão; arritmias; doença pulmonar obstrutiva crônica; diabetes; insuficiência renal; coagulopatias. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo ! ## Aviso médico Conteúdo educativo. Não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou indicação médica individualizada.