# Explante mamário em São Paulo > Remove os implantes mamários com planejamento individualizado, avaliando cápsula, tecidos, formato das mamas, segurança e objetivos da paciente. - URL canônica: https://rodolfooliveiracp.com.br/procedimentos/explante-mamario - Responsável: Dr. Rodolfo Oliveira - Credenciais: CRM-SP 137000; RQE 67176 - Especialidade: Cirurgia Plástica - Atendimento: Itaim Bibi, São Paulo - SP - Categoria: Cirurgias Estéticas - Termos relacionados: Explante mamário, Cirurgias Estéticas, Explante mamário em São Paulo, Explante mamário no Itaim Bibi, Cirurgias Estéticas em São Paulo, cirurgião plástico em São Paulo, cirurgião plástico no Itaim Bibi, explante mamário em São Paulo, retirada de prótese de silicone, remoção de implante mamário, Retirada planejada dos implantes mamários, Avaliação da cápsula formada ao redor da prótese, Pode ser associado à mastopexia, Possibilidade de remodelação com tecido próprio, Planejamento conforme pele e volume mamário, Acompanhamento individualizado no pós-operatório, Dr. Rodolfo Oliveira, cirurgia plástica em São Paulo, cirurgia plástica no Itaim Bibi, cirurgião plástico Itaim Bibi, consulta de cirurgia plástica em São Paulo, mamoplastia estruturada, abdominoplastia moderna, lipoaspiração de definição, implante mamário, mastopexia, explante de silicone, blefaroplastia, lifting facial deep plane ## Sobre o procedimento Explante mamário O explante mamário é a cirurgia realizada para retirar implantes de silicone das mamas. A decisão pode ocorrer por escolha pessoal, mudanças estéticas, desconforto, alterações identificadas em exames ou complicações relacionadas às próteses. A retirada dos implantes não corresponde apenas à remoção de um dispositivo. O planejamento também precisa considerar a cápsula formada naturalmente ao redor da prótese, a quantidade de tecido mamário, a elasticidade da pele, o formato atual das mamas e o resultado esperado pela paciente. Dependendo dessas características, o explante pode ser realizado isoladamente ou associado a outras técnicas, como mastopexia, remodelação dos tecidos ou enxerto de gordura. O que é explante mamário? O explante é o procedimento cirúrgico utilizado para remover uma prótese mamária. Durante a cirurgia, o médico avalia: a posição dos implantes; a integridade das próteses; a espessura e as características da cápsula; a quantidade de tecido mamário; a presença de flacidez; o formato esperado após a retirada. O planejamento deve ser individualizado porque as mamas não retornam necessariamente ao formato existente antes da colocação dos implantes. Por que algumas pacientes decidem retirar o silicone? A retirada pode ser considerada por diferentes razões: desejo de não utilizar mais implantes; mudança na preferência estética; desconforto ou sensação de peso; alteração no formato das mamas; ruptura do implante; contratura capsular; deslocamento ou rotação da prótese; assimetria; alterações detectadas nos exames; necessidade de investigação médica; decisão de substituir as próteses por outro tratamento. A indicação precisa considerar o histórico da paciente, seus sintomas, os exames disponíveis e seus objetivos. Os implantes precisam ser trocados obrigatoriamente após dez anos? Não existe um prazo único que obrigue todas as pacientes a substituir ou retirar os implantes após dez anos. As próteses mamárias não são consideradas dispositivos vitalícios, mas a necessidade de intervenção depende de fatores como: sintomas; ruptura; contratura capsular; mudanças de posição; alterações estéticas; resultados de exames; vontade da paciente. O acompanhamento médico e os exames recomendados são importantes mesmo quando não existem sintomas. O que acontece com as mamas depois da retirada? O aspecto das mamas após o explante varia conforme: tamanho dos implantes; tempo de utilização; quantidade de tecido mamário; qualidade e elasticidade da pele; presença de flacidez; histórico de gravidez ou amamentação; oscilações de peso; idade; necessidade de retirar parte da cápsula. Após a remoção, podem ocorrer redução de volume, excesso de pele, alteração do formato ou queda das mamas. Por esse motivo, o planejamento precisa abordar não apenas a retirada, mas também como os tecidos serão reorganizados. As mamas voltam ao formato anterior ao silicone? Não necessariamente. Durante o período de utilização dos implantes, a pele e os tecidos podem sofrer distensão. Além disso, gravidez, amamentação, envelhecimento e variações de peso podem modificar as mamas ao longo dos anos. Em algumas pacientes, ocorre retração satisfatória da pele. Em outras, pode permanecer flacidez ou redução importante de volume. O resultado possível deve ser discutido durante a consulta. Explante e mastopexia podem ser realizados juntos? Sim. A mastopexia pode ser associada ao explante quando existe excesso de pele, queda das mamas ou necessidade de reposicionar a aréola. A cirurgia pode: remover pele excedente; reposicionar os tecidos; elevar as mamas; ajustar a posição da aréola; remodelar o tecido mamário existente. Nem toda paciente precisa de mastopexia. A indicação depende da anatomia e da expectativa em relação ao resultado. É possível retirar o silicone sem fazer mastopexia? Sim, em casos selecionados. O explante isolado pode ser considerado quando: existe boa elasticidade da pele; os implantes não são muito grandes; há quantidade suficiente de tecido mamário; a paciente aceita uma possível redução de volume; não existe flacidez significativa. Entretanto, somente a avaliação presencial permite estimar como as mamas poderão se comportar depois da retirada. É possível substituir o implante por gordura? Em algumas pacientes, pode ser realizada a lipoenxertia mamária , utilizando gordura retirada de outras regiões do corpo. Essa técnica pode ajudar a: recuperar parcialmente o volume; suavizar irregularidades; melhorar o contorno; preencher regiões específicas. A gordura não reproduz necessariamente o mesmo volume ou projeção de um implante. Além disso, parte do material enxertado pode ser absorvida pelo organismo. A indicação depende da disponibilidade de gordura, da anatomia mamária e do resultado desejado. O que é a cápsula ao redor do implante? O organismo forma naturalmente uma camada de tecido cicatricial ao redor de qualquer implante. Essa estrutura é chamada de cápsula periprotética . Na maioria das pacientes, ela permanece fina e flexível. Em outras, pode se tornar mais espessa, endurecida ou contraída. A cápsula precisa ser avaliada durante o planejamento do explante. A cápsula sempre precisa ser removida? Não. A necessidade de retirar parcial ou totalmente a cápsula depende de fatores como: contratura capsular; ruptura do implante; espessamento; calcificação; seroma; alteração suspeita; posição da cápsula; aderência às estruturas próximas. Em alguns casos, a cápsula pode ser preservada parcial ou integralmente. Em outros, sua retirada pode ser indicada. A decisão deve priorizar a segurança e os achados clínicos, não apenas um termo divulgado nas redes sociais. O que é capsulectomia? A capsulectomia é a retirada cirúrgica de parte ou de toda a cápsula formada ao redor do implante. Ela pode ser classificada como: Capsulectomia parcial Somente uma parte da cápsula é removida. Capsulectomia total Busca retirar toda a cápsula, embora a possibilidade técnica dependa de sua aderência e proximidade com estruturas importantes. A retirada completa pode aumentar a extensão da cirurgia e os riscos, especialmente quando a cápsula está aderida à parede torácica. O que significa explante “em bloco”? A expressão costuma ser utilizada para descrever a retirada do implante dentro da cápsula, sem abertura desse conjunto durante a remoção. Essa técnica possui indicações específicas e não deve ser tratada como obrigatória para todos os explantes. A possibilidade depende de: espessura e integridade da cápsula; aderência aos tecidos; posição do implante; risco de lesão; suspeitas clínicas específicas. Em alguns casos, tentar remover todo o conjunto dessa forma pode aumentar o risco de sangramento, lesão muscular ou comprometimento de estruturas do tórax. O que é contratura capsular? A contratura capsular ocorre quando a cápsula ao redor do implante se contrai ou endurece. Ela pode provocar: aumento da firmeza da mama; deformidade; assimetria; deslocamento do implante; desconforto; dor. Dependendo da intensidade, pode ser necessário retirar ou substituir o implante e tratar a cápsula. Implante rompido precisa ser retirado? A ruptura precisa ser avaliada por um cirurgião plástico. O tratamento depende do tipo de implante, do conteúdo, dos sintomas e dos achados dos exames. Em muitos casos, é indicada a retirada da prótese comprometida e a limpeza adequada do espaço. A paciente pode optar pela colocação de um novo implante ou pelo explante definitivo, dependendo de suas condições e preferências. O que é “doença do silicone”? A expressão “doença do silicone” ou Breast Implant Illness é utilizada por algumas pacientes para descrever sintomas sistêmicos variados, como fadiga, dores, alterações cognitivas e outros desconfortos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica informa que algumas pacientes relatam melhora após o explante, mas a relação entre esses sintomas e os implantes ainda não está completamente esclarecida cientificamente. Isso não significa que os sintomas devam ser ignorados. Eles precisam ser investigados de forma ampla, sem assumir antecipadamente uma causa única. O explante garante o desaparecimento dos sintomas? Não é possível garantir. Algumas pacientes relatam melhora parcial ou completa, enquanto outras permanecem com sintomas depois da cirurgia. Como manifestações sistêmicas podem possuir diversas causas, é importante realizar avaliação clínica adequada antes de atribuí-las exclusivamente aos implantes. O explante deve ser decidido após discussão clara sobre benefícios, limitações e incertezas. Como é realizada a cirurgia? De forma geral, o procedimento pode envolver: marcação pré-operatória; realização da incisão; acesso ao espaço do implante; retirada da prótese; avaliação e tratamento da cápsula; remodelação dos tecidos, quando indicada; possível mastopexia ou enxerto de gordura; fechamento das incisões; colocação de curativos e, em alguns casos, drenos. A cirurgia deve ser realizada em ambiente adequado, com suporte anestésico e estrutura compatível com o procedimento. A cicatriz antiga pode ser utilizada? Frequentemente, é possível utilizar a cicatriz existente para acessar o implante. Quando o explante é associado à mastopexia ou exige tratamento mais amplo dos tecidos, podem ser necessárias novas cicatrizes. O padrão depende de fatores como: grau de flacidez; quantidade de pele; posição da aréola; técnica utilizada; necessidade de remodelação. Toda cirurgia produz cicatrizes, cuja aparência se modifica ao longo dos meses. Como é a recuperação? A recuperação varia de acordo com a extensão da cirurgia. Um explante isolado pode apresentar recuperação diferente de um procedimento associado a capsulectomia extensa, mastopexia ou enxerto de gordura. No pós-operatório, podem ser recomendados: curativos; sutiã cirúrgico; controle do esforço físico; caminhadas leves; cuidados com as incisões; uso das medicações prescritas; consultas periódicas; acompanhamento de possíveis drenos. A American Society of Plastic Surgeons informa que podem ser utilizados curativos, drenos e sutiã de suporte para auxiliar no controle do inchaço durante a recuperação. Quanto tempo demora para ver o resultado? A redução do volume é percebida logo após a retirada, mas o formato inicial não representa o resultado definitivo. Nas primeiras semanas, podem existir: inchaço; assimetria temporária; irregularidades; retração progressiva da pele; mudanças na posição dos tecidos. A aparência evolui durante os meses seguintes conforme ocorre cicatrização e acomodação. Preciso usar sutiã cirúrgico? O uso pode ser recomendado para oferecer suporte, controlar o inchaço e aumentar o conforto. O modelo e o período de utilização variam conforme: técnica realizada; presença de mastopexia; condição dos tecidos; preferência do cirurgião; evolução pós-operatória. A paciente deve seguir a orientação específica recebida. Quando posso voltar ao trabalho? O período depende da extensão da cirurgia e da atividade profissional. Trabalhos administrativos podem permitir retorno mais cedo. Atividades que envolvem peso, movimentos repetitivos dos braços ou esforço físico podem exigir mais tempo. A liberação deve ocorrer durante o acompanhamento médico. Quando posso voltar à academia? O retorno deve ser gradual. Caminhadas leves podem ser estimuladas conforme orientação. Exercícios de membros superiores, musculação, corrida e atividades de impacto precisam aguardar liberação. Retornar precocemente pode aumentar o risco de sangramento, inchaço e problemas na cicatrização. Quais são os riscos do explante? Entre os riscos possíveis estão: sangramento; hematoma; seroma; infecção; assimetria; perda de volume; irregularidade do contorno; alteração de sensibilidade; cicatrização desfavorável; necrose de gordura; flacidez residual; dor persistente; trombose; complicações anestésicas; necessidade de cirurgia revisional. A ASPS também relaciona assimetria, sangramento, seroma, hematoma, infecção, alterações de sensibilidade, cicatrização inadequada e possibilidade de nova cirurgia entre os riscos da retirada de implantes. É possível colocar outro implante no futuro? Sim. Uma paciente que realizou explante pode decidir colocar novos implantes posteriormente, desde que exista indicação e condições adequadas dos tecidos. Em alguns casos, pode ser recomendável aguardar a cicatrização e a acomodação completa antes de decidir sobre uma nova cirurgia. Quais exames podem ser solicitados? Dependendo do caso, podem ser solicitados: exames laboratoriais; ultrassonografia mamária; mamografia; ressonância magnética; avaliação cardiológica; exames relacionados a sintomas específicos. A escolha depende da idade, do histórico médico, do tipo de implante e dos achados clínicos. Como escolher um cirurgião plástico? É importante verificar: registro ativo no Conselho Regional de Medicina; Registro de Qualificação de Especialista; experiência com cirurgia mamária; estrutura do local cirúrgico; acompanhamento pós-operatório; clareza sobre riscos e alternativas. Durante a consulta, o profissional deve avaliar a saúde geral, examinar as mamas e discutir as opções e os resultados possíveis. Agende uma avaliação individualizada O explante mamário deve ser planejado considerando não apenas a retirada das próteses, mas também a cápsula, a qualidade da pele, o volume existente e as expectativas da paciente. Durante a consulta, o Dr. Rodolfo Oliveira poderá avaliar os implantes, os tecidos mamários e os exames disponíveis para explicar quais alternativas são compatíveis com seu caso. Aviso importante: este conteúdo possui caráter educativo e não substitui consulta, diagnóstico ou indicação médica. Os resultados, riscos e períodos de recuperação variam conforme cada paciente. ## Aviso médico Conteúdo educativo. A indicação depende de consulta, exame físico e avaliação individual. Este texto não substitui diagnóstico ou orientação médica.