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Mamoplastia: os 5 tipos mais comuns



Aumentar os seios é o desejo de muitas mulheres. Assim, a mamoplastia de aumento é uma das principais cirurgias plástica feitas no Brasil. O que nem todos sabem é que existem de diferentes tipos de mamoplastia dentro da prática cirúrgica. Conheça em seguida os diferentes tipos dessa cirurgia.

Mamoplastia de aumento 

Esse procedimento, a mais comum das cirurgias plásticas, está carregado de estigmas como, por exemplo, que as próteses causam câncer, não é possível fazer mamografia, não é possível amamentar, etc. Contudo, não foi encontrada nenhuma evidência científica que relacione esses supostos problemas à cirurgia de mamoplastia de aumento.

O interesse pelo aumento das mamas acontece por diversos motivos: elevar autoestima, redefinir as mamas após aleitamento ou delinear dos seios. Entretanto, qualquer que seja o motivo para a escolha do procedimento, é essencial que a prótese utilizada seja selecionada com cuidado.

Existem próteses de gel, solução salina ou o famoso silicone. A escolha deve levar em conta não apenas o tamanho, mas a estrutura anatômica da mulher e a expectativa com o resultado da operação. A decisão é feita durante as consultas pré-operatórias, em conjunto com o cirurgião plástico. 

Mamoplastia de redução 

Essa cirurgia, conforme o próprio nome indica, visa reduzir o volume mamário e proporcionar maior qualidade de vida a mulher. Seios muito grandes podem se tornar problemas de saúde. O peso das mamas pode prejudicar a postura e causar diferentes tipos de constrangimento e desconforto. Nesses casos, o processo cirúrgico é indicado.

A redução das mamas é uma cirurgia que deve ser realizada após o desenvolvimento físico completo da mulher, a fim de se evitarem intervenções futuras para tratar do mesmo problema. A quantidade de tecido a ser retirado é definida em parceria com o cirurgião plástico e o formato dos seios também pode ser desenhado nesse procedimento.

Mastectomia 

A mastectomia é um procedimento mais agressivo, geralmente aplicado no tratamento de mulheres acometidas de câncer de mama. A técnica se refere à retirada bilateral, unilateral ou parcial das mamas. É indicada quando há tumores grandes, inflamatórios, multicêntricos, com calcificações extensas ou recidivos na mesma mama, quando há contraindicação de radioterapia ou, ainda, como cirurgia preventiva para mulheres com histórico familiar de câncer de mama.  

A cirurgia de mastectomia também é indicada para indivíduos transgênero que objetivam a masculinização do corpo. Nesse caso, no entanto, o posicionamento das auréolas e mamilos é feito de forma a garantir um visual mais masculino do peitoral.

Reconstrução mamária

A reconstrução mamária é um procedimento importante para a recuperação da autoestima de muitas mulheres. É realizada, principalmente, após a mastectomia no tratamento de câncer de mama. Utilizando-se próteses ou gordura corporal, o formato e o tamanho dos seios podem se assemelhar à anatomia natural e a auréola pode ser reconstituída com técnicas de pigmentação, após a cicatrização da cirurgia.

Mastopexia 

A mastopexia tem objetivo de levantar os seios e remodelá-los. Também é conhecida como lifting de mamas, consiste na retirada do excesso de pele e, por vezes, de musculatura, arredondando os seios. Dessa forma, a aparência adquirida é de mamas mais jovens, empinadas, simétricas e volumosas.  

As técnicas usadas na mamoplastia podem variar à medida que a medicina avança no aperfeiçoamento dos procedimentos. Procure sempre profissionais que sejam certificados e membros da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo!



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Posted by Dr. Rodolfo Oliveira