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Como aumentar os seios: 7 mitos e verdades

Como aumentar os seios: 7 mitos e verdades

Como aumentar os seios é uma dúvida que grande parte das mulheres têm. Considerando que a mamoplastia de aumento é a cirurgia plástica mais realizada no Brasil, de acordo com estudo divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética,  muitas pacientes resolvem essa questão optando por esse procedimento cirúrgico estético.

Porém, uma parcela das mulheres busca como aumentar os seios naturalmente,  sem cirurgia ou sem silicone. Será que os resultados desses métodos são efetivos?

Veja neste post o que é mito e o que é verdade nesta busca por seios mais volumosos e bonitos.

Como fazer os seios crescerem?

Ter seios mais bonitos, com contornos mais harmônicos e coerentes com a própria silhueta, é o desejo de 9 entre 10 mulheres. Em muitos casos, essa aspiração também passa pelo aumento dos seios.

As mulheres que querem um aumento dos seios podem ser motivadas porque perderam os contornos mamários depois de uma gravidez ou amamentação, sofreram uma grande perda de peso ou tiveram problemas com a gravidade durante o processo do envelhecimento.

Além disso, existe o fato que, por questões genéticas, muitas mulheres têm seios pequenos, mas elas desejam ter um volume mais compatível com o padrão de beleza da sociedade. 

Para essas mulheres, entender como aumentar os seios em pouco tempo é uma questão que ganha muito espaço em suas mentes e pode ser uma forma efetiva de buscar mais autoestima e confiança.

No entanto, vale dizer que quem tem os seios caídos não vai ter apenas que aumentá-los com algum dos vários tipos de prótese de silicone, terá também que fazer uma mastopexia, para corrigir a flacidez, elevar e remodelar seios e aréolas.

Saiba mais sobre prótese mamária neste vídeo:

Como aumentar os seios sem cirurgia?

Entre as buscas que as mulheres fazem, além da cirurgia, estão formas para aumentar os seios com exercícios, massagens, alimentação ou cremes. Na internet encontra-se solução para tudo, mas será que isso vai funcionar? Será que tem como aumentar os seios naturalmente? Vamos conferir.

Como fazer aumentar os seios: alimentação Mito  Uma alimentação rica em substâncias fitoestrogênicas, que faz parte de ovos, tomate, linhaça, cenoura, mamão, feijão vermelho e soja já foram apontados como alimentos que podem ajudar a aumentar os seios devido à presença do hormônio em sua composição.  No entanto, não há pesquisas que apontem qual a quantidade a ser consumida ou se há como aumentar os seios com alimentos, especialmente para produzir o volume desejado pelas mulheres.  Como aumentar os seios com exercícios? Mito  Quando certos sites apontam que é possível aumentar os seios com exercícios podem não estar oferecendo a informação de forma correta e completa.  É evidente que a musculatura peitoral pode crescer caso seja estimulada por meio de exercícios, mas  o volume dos seios não é composto desse músculo, mas da glândula mamária, que tem gordura e tecido. Não há exercício que faça essa parte do corpo aumentar.  Como aumentar os seios com massagem e cremes? Mito  Há muitas informações na internet falando sobre a possibilidade de aumento dos seios com massagens com certos cremes e óleos. Não é verdade.   Não há pesquisas que comprovem o funcionamento efetivo deste método para aumento do volume dos seios. Em algumas massagens, os seios podem até ser prejudicados.  Além disso, também são divulgados cremes para aumentar os seios com massagem que não são comprovadamente seguros.  Evidentemente que usar bons cremes hidratantes vai conferir à mulher uma pele mais firme e hidratada, que será necessária se ela optar por fazer uma cirurgia plástica, com implante de prótese de silicone.  No entanto, ainda não há pesquisas que revelem que o uso desses cremes são seguros e efetivos para o aumento dos seios.  Aumentar os seios com hormônios  Verdade em parte  Quando as mulheres tomam anticoncepcionais podem sim comprovar um aumento no volume dos seios devido à presença do estrogênio na composição da medicação.  Na verdade, esse volume  maior será um efeito colateral provocado pelo acúmulo de líquidos, além de que o aumento não deve ser tão expressivo quanto o de uma prótese de silicone.   Além disso, não se deve começar a tomar essas medicações sem autorização médica, muitas mulheres não se adaptam aos anticoncepcionais e poderão ter efeitos colaterais indesejáveis.  Como aumentar o seios: silicone Verdade  Se a mulher quer saber como aumentar os seios em 1 mês, o silicone é uma das respostas corretas. É uma forma segura e rápida para ter seios bonitos, volumosos e harmônicos.  Ao optar pela cirurgia plástica de implante de silicone, ela poderá escolher o volume desejado, perfil da prótese (alto, hiperalto, moderado ou baixo) e tipo de prótese (redonda, anatômica ou cônica).  Para isso, terá que buscar um cirurgião plástico de confiança, associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que tenha experiência.  O profissional irá realizar medições do corpo para explicar à paciente quais os tipos, tamanho e perfis mais adequados, segundo o seu biotipo. Irá solicitar exames para conhecer a saúde da paciente, que deve ser boa; e explicar todos os passos pré-operatórios e pós-operatórios.  O processo todo pode ser bem rápido, das consultas à mesa de cirurgia. Já ao sair do centro cirúrgico, a paciente poderá comprovar o aumento dos seios.

Como fazer aumentar os seios: alimentação

Mito

Uma alimentação rica em substâncias fitoestrogênicas, que faz parte de ovos, tomate, linhaça, cenoura, mamão, feijão vermelho e soja já foram apontados como alimentos que podem ajudar a aumentar os seios devido à presença do hormônio em sua composição.

No entanto, não há pesquisas que apontem qual a quantidade a ser consumida ou se há como aumentar os seios com alimentos, especialmente para produzir o volume desejado pelas mulheres.

Como aumentar os seios com exercícios?

Mito

Quando certos sites apontam que é possível aumentar os seios com exercícios podem não estar oferecendo a informação de forma correta e completa.

É evidente que a musculatura peitoral pode crescer caso seja estimulada por meio de exercícios, mas  o volume dos seios não é composto desse músculo, mas da glândula mamária, que tem gordura e tecido. Não há exercício que faça essa parte do corpo aumentar.

Como aumentar os seios com massagem e cremes?

Mito

Há muitas informações na internet falando sobre a possibilidade de aumento dos seios com massagens com certos cremes e óleos. Não é verdade. 

Não há pesquisas que comprovem o funcionamento efetivo deste método para aumento do volume dos seios. Em algumas massagens, os seios podem até ser prejudicados.

Além disso, também são divulgados cremes para aumentar os seios com massagem que não são comprovadamente seguros.

Evidentemente que usar bons cremes hidratantes vai conferir à mulher uma pele mais firme e hidratada, que será necessária se ela optar por fazer uma cirurgia plástica, com implante de prótese de silicone.

No entanto, ainda não há pesquisas que revelem que o uso desses cremes são seguros e efetivos para o aumento dos seios.

Aumentar os seios com hormônios 

Verdade em parte

Quando as mulheres tomam anticoncepcionais podem sim comprovar um aumento no volume dos seios devido à presença do estrogênio na composição da medicação.

Na verdade, esse volume  maior será um efeito colateral provocado pelo acúmulo de líquidos, além de que o aumento não deve ser tão expressivo quanto o de uma prótese de silicone. 

Além disso, não se deve começar a tomar essas medicações sem autorização médica, muitas mulheres não se adaptam aos anticoncepcionais e poderão ter efeitos colaterais indesejáveis.

Como aumentar o seios: silicone

Verdade

Se a mulher quer saber como aumentar os seios em 1 mês, o silicone é uma das respostas corretas. É uma forma segura e rápida para ter seios bonitos, volumosos e harmônicos.

Ao optar pela cirurgia plástica de implante de silicone, ela poderá escolher o volume desejado, perfil da prótese (alto, hiperalto, moderado ou baixo) e tipo de prótese (redonda, anatômica ou cônica).

Para isso, terá que buscar um cirurgião plástico de confiança, associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que tenha experiência.

O profissional irá realizar medições do corpo para explicar à paciente quais os tipos, tamanho e perfis mais adequados, segundo o seu biotipo. Irá solicitar exames para conhecer a saúde da paciente, que deve ser boa; e explicar todos os passos pré-operatórios e pós-operatórios.

O processo todo pode ser bem rápido, das consultas à mesa de cirurgia. Já ao sair do centro cirúrgico, a paciente poderá comprovar o aumento dos seios.

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Tem como aumentar os seios sem silicone?

Verdade

A resposta para quem quer saber como aumentar a gordura da mama pode ser um procedimento cirúrgico conhecido como lipoenxertia.

Com esse procedimento é possível retirar gordura de uma parte do corpo da paciente por meio da lipoaspiração, como abdômen, quadris ou coxas; e transferi-la para outra parte da própria paciente, inclusive para os seios.

Essa é uma forma de aumentar os seios sem silicone, não apresenta riscos de rejeição, porém, como o corpo pode absorver 20% da gordura enxertada, depois de um certo tempo, a paciente poderá ficar com um volume de seios menor do que havia planejado. 

Além disso, esse método não é possível em pessoas muito magras, apenas naquelas que têm acúmulos de gordura.

Aumento de seios com ácido hialurônico

Verdade

Outra técnica para aumentar os seios sem o silicone é com aplicação de ácido hialurônico. Podem ser realizadas aplicações de 80 a 270 ml.

Oferece resultados visíveis já na primeira sessão, que pode ser realizada com anestesia local. No entanto, o resultado não é definitivo, a paciente deverá renovar as aplicações após 1 ou 2 anos, que é o prazo previsto para que os seios voltem a ter o tamanho normal.

Outra desvantagem é que o custo-benefício do procedimento não é mais compensador do que a opção da prótese de silicone, que traz resultados definitivos.

Conclusão

Entre todos esses métodos, o que se percebe é que o implante de silicone é o que trará resultados mais efetivos e definitivos para a paciente no que se refere ao aumento dos seios.

A prótese vai garantir  total escolha do resultado final, firmeza, beleza e volume desejado pela paciente.

Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in Todos
Abdominoplastia: tudo que você deve saber

Abdominoplastia: tudo que você deve saber

Ter uma barriga reta e sem depósitos de gordura  pode ser uma tarefa que nem  dieta ou exercícios conseguem alcançar. Por outro lado, a abdominoplastia é uma solução que vai  permitir  alcançar esses objetivos.

Se você está interessada em fazer essa cirurgia plástica na barriga,  leia até o final para conhecer todos os detalhes.

O que é abdominoplastia?

A  cirurgia de abdominoplastia tem o objetivo de melhorar a aparência  do  abdômen. Segundo pesquisas de órgãos especializados, é a terceira cirurgia plástica mais buscada no Brasil, ficando atrás apenas da mamoplastia de aumento (prótese de silicone) e da lipoaspiração. 

Embora seja um procedimento altamente buscado por mulheres, tem crescido a incidência da abdominoplastia masculina, porque os homens também perceberam que é possível realizar a retomada da autoestima por meio da cirurgia plástica. 

Esse comportamento se deve, especialmente, pelo motivo  já citado: muitas pessoas percebem que não importa quantos exercícios abdominais faça ou mesmo que siga dietas altamente restritivas, a barriguinha indesejada continua lá inalterada, principalmente quando há flacidez da pele.

Na abdominoplastia, o cirurgião vai realizar a retirada do excesso de pele e gordura acumuladas nesta região do corpo e fortalecer o tecido conjuntivo enfraquecido no abdômen. O resultado é um abdômen mais liso e reto.

A cirurgia também irá remover as estrias que podem ser alcançadas na área do procedimento, porém, aquelas que estão além do perímetro vão continuar lá. 

Essa cirurgia  costuma ser realizada por quem não consegue se livrar da gordura e flacidez da pele abaixo do umbigo adquiridas por causas diversas,  como:

rincipalmente quando há flacidez da pele. Na abdominoplastia, o cirurgião vai realizar a retirada do excesso de pele e gordura acumuladas nesta região do corpo e fortalecer o tecido conjuntivo enfraquecido no abdômen. O resultado é um abdômen mais liso e reto. A cirurgia também irá remover as estrias que podem ser alcançadas na área do procedimento, porém, aquelas que estão além do perímetro vão continuar lá.  Essa cirurgia  costuma ser realizada por quem não consegue se livrar da gordura e flacidez da pele abaixo do umbigo adquiridas por causas diversas,  como:  Após uma gravidez; Envelhecimento; Biotipo; Mudanças significativas de peso; Cirurgias  prévias, como no caso de mulheres que fizeram cesarianas, o cirurgião poderá incorporar a cicatriz já existente à da abdominoplastia; Pessoas que já foram obesas e que ainda têm depósitos de gordura ou pele solta no abdômen.

Quem faz abdominoplastia pode engravidar? Existe algum alerta?

Não há impedimento de uma gravidez após abdominoplastia, porém, para manter os resultados adquiridos com  a cirurgia plástica, a paciente precisa manter o peso e a forma física. 

Portanto, uma indicação, é que as pacientes façam essa cirurgia na barriga apenas após ter todas as gestações desejadas  para que os resultados da abdominoplastia antes e depois não fiquem comprometidos.

A abdominoplastia não é indicada para pessoas que desejam realizar uma grande perda de peso, como  aquelas que tenham índice  de massa corporal acima de 30, porque após esse processo, vai perceber uma grande sobra de pele em seu abdômen, e o resultado da cirurgia será prejudicado.

Contraindicações

Abdominoplastia não é um procedimento indicado para pessoas que tenham condições médicas graves, como problemas cardíacos, diabetes ou  hipertensão arterial não controladas.

Para quem é fumante, a abdominoplastia também pode não ser a melhor solução pela nocividade que o tabagismo provoca no organismo das pessoas. Se ainda assim, o paciente quiser passar pelo procedimento, receberá uma indicação do médico de parar com o cigarro muito tempo antes da cirurgia abdominoplastia.

Além  disso, pacientes com doença do colágeno também não devem passar por essa cirurgia porque essa doença autoimune afeta o tecido conjuntivo.

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Como é feita a abdominoplastia?

Em primeiro lugar, a paciente deverá buscar um cirurgião experiente, qualificado e filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, revelando com bastante sinceridade seus objetivos  ao realizar esse procedimento cirúrgico.

O cirurgião irá  explicar todos os passos do procedimento e também informar sobre  qual o tipo mais adequado de cirurgia para  cada paciente como, por exemplo, a lipo e abdominoplastia.

Também será realizada uma investigação completa  do histórico clínico da paciente, com relatos sobre doenças prévias, alergias, ingestão de medicamentos específicos, etc.

O médico também vai alertar sobre a cicatriz de abdominoplastia, que é permanente, porém, fica na altura da púbis, e pode ser escondida pelo biquíni.  Nos primeiros meses fica mais visível, porém, a partir de 1 ano, a tendência é suavizar bastante.

Para se submeter ao procedimento, o estado geral  de saúde deverá ser considerado bom. Por isso, também serão solicitados diversos exames físicos e laboratoriais.

Para realizar a cirurgia, o paciente deverá evitar certos medicamentos e começar a tomar outros para evitar as complicações, parar de fumar e manter o peso estável. 

Como é a cirurgia de abdominoplastia?

A cirurgia será realizada em ambiente hospitalar, o paciente receberá anestesia peridural, raquidiana com sedação intravenosa ou anestesia geral, quando houver necessidade de associar com outros tipos de cirurgia, por exemplo, uma abdominoplastia com lipo, se o paciente tiver uma camada muito grande de gordura na região.

Conheça os  tipos cirurgia para abdômen que podem ser realizados:

Conheça os  tipos cirurgia para abdômen que podem ser realizados:  Abdominoplastia tradicional: é  a cirurgia clássica, que visa remoção da pele, tecido e correção da flacidez  na região abdominal. É indicada para pessoas que também estão com um grande afastamento  dos músculos abdominais;  Abdominoplastia  completa:  vai envolver a retirada de gordura, tecido e pele também na mesma região da cirurgia clássica, porém, o alcance do procedimento será estendido para os excessos localizados na lombar e quadris, portanto, a incisão será maior;  Miniabdominoplastia:  é uma  cirurgia de proporções  menores, indicada para  quem quer apenas retirar alguma quantidade de pele abaixo do  umbigo. O tempo da cirurgia é menor e o período de recuperação também;  Abdominoplastia em âncora: é um tipo de  cirurgia que faz a retirada de pele e gordura também no sentido vertical, além do sentido horizontal, para  pessoas que sofreram  um grande emagrecimento,  como nos casos de cirurgias bariátricas;  Abdominoplastia e lipoescultura:  além do procedimento da cirurgia clássica,  o médico irá realizar uma modelagem do corpo, que faz a  retirada da gordura de um lugar e a reintroduz em outras áreas. Depois da anestesia, o próximo passo é a assepsia da pele e realização das incisões para levantar o tecido, expor os músculos  e corrigir aqueles que estão distendidos. A pele será reposicionada.

Então, é realizada a retirada de pele, tecidos e gorduras a partir da incisão original para corrigir a flacidez. Na sequência, são inseridos drenos para evitar acúmulo de líquidos  e a sutura das incisões.

A cirurgia deverá ter uma duração  de 2 a 3 horas. 

Abdominoplastia: riscos 

Toda  e qualquer cirurgia traz riscos, mas podem ser amenizados mediante a perícia do médico durante o procedimento e  seguir recomendações no pós-operatório. 

Entre os riscos da abdominoplastia podem ser citados:

    • Acúmulo de líquidos: os tubos inseridos durante a cirurgia vão reduzir os riscos de excesso, porém, o médico também poderá removê-los com agulhas;
    • Má cicatrização: pode variar muito de caso a caso, mas serão prescritos antibióticos para o período pós-operatório para evitar as infecções;
    • Mudanças na sensação da pele: no momento do reposicionamento da pele, alguns nervos podem ser atingidos. Então pode acontecer dormências ou uma sensação reduzida na região, que tende a sumir em algum tempo;
    • Danos: tecido adiposo pode ser danificado no interior da pele. Esse risco aumenta para os fumantes, em alguns casos, pode ser necessária uma nova cirurgia ou mesmo haver uma cicatrização espontânea;
    • Sangramentos;
    • Reações à anestesia;
    • Infecções.

Cuidados pós-operatórios

  • A retirada dos curativos da cirurgia devem  ser realizados até 24 horas após o procedimento;
  • A alimentação pode ser normal, apenas é preciso tomar cuidado para que não consuma alimentos que acumulem gases; 
  • Para evitar acúmulos de gases, o paciente deverá fazer pequenas caminhadas, mesmo que não consiga ficar ereto ainda;
  • Usar a cinta pós-abdominoplastia por 30 dias, para  auxiliar na cicatrização e manter os tecidos  reposicionados nos seus novos lugares;
  • Evitar pegar pesos ou fazer esforços por 30 dias;
  • Atividades físicas só poderão ser retomadas  após indicação do cirurgião;
  • Realização de sessões de drenagem linfática.

Conclusão

Se na  mamoplastia, seja uma mastopexia com prótese (lifting de mamas com silicone) ou apenas a redução de mamas, o principal objetivo das mulheres é ter um melhor contorno dos seios, a cirurgia da barriga é, sem dúvida, um procedimento que também vai promover uma melhor estética do corpo tanto para mulheres como para homens, porque o resultado é um abdômen muito mais bonito.

O efeito secundário do procedimento é mais confiança e satisfação ao olhar para o espelho e até expor a nova silhueta em locais como praias, piscinas ou outros eventos.

ebook mastopexia cirurgia para mamas flácidas

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Seios pequenos: o que fazer para aumentá-los?

Seios pequenos: o que fazer para aumentá-los?

Toda mulher tem a sua beleza, porém, muitas não gostam de ter seios pequenos e querem encontrar meios de tornar as mamas mais volumosas e chamativas.

Veja nesse post como as mulheres com mamas menores podem atingir esse objetivo com uma mamoplastia de aumento.

Como aumentar seios pequenos?

Há tipos de seios diferentes, com formatos e tamanhos. Cada mulher pode estar ou não satisfeita com eles. Por exemplo, muitas famosas com seios pequenos não revelam qualquer preocupação com sua silhueta, posam para fotografias tranquilamente com seus decotes profundos: elas sabem como valorizar os seios pequenos!

Resultado de fatores genéticos, ter mamas menores também têm as suas vantagens, como não correr o risco de sofrer com dores nas costas devido ao peso das mamas, não ter a obrigatoriedade de usar sutiãs, ser fácil encontrar um biquíni para quem tem seios pequenos ou até mesmo poder dormir de bruços tranquilamente. 

Além disso, seios pequenos também podem ser mais sensíveis, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Viena. De acordo com o estudo, em quem tem pouco seio, o nervo que transmite as sensações é mais alongado. Esse fato permite que as mulheres de seio pequeno sintam mais prazer ao ter essa região estimulada no ato sexual.

Mas, na adolescência, jovens com seios pequenos podem ter problemas de autoestima porque não se consideram tão atraentes quanto aquelas que têm seios mais volumosos. Elas podem ter dúvidas como: “Será que homens gostam de seios pequenos?”.

Então, começam a usar truques como colocar enchimentos dentro do sutiã ou adotar modelos com bojo, para criar uma ilusão de mais volume na região do tórax.

A maioria entra na idade adulta com o desejo de apresentar contornos mais destacados porque há um padrão de beleza que aponta para a preferência por seios maiores.

Embora, de fato, haja seios menores lindos, esse desejo de aumentá-los pode ser satisfeito com uma cirurgia para implante de prótese de silicone que vai conceder mais volume para a área das mamas. Entre os tipos de prótese de silicone, há também aquelas que poderão garantir um colo bem mais destacado e chamativo.

ebook protese de silicone

O que a prótese pode fazer pelos seios pequenos?

Quando a mulher opta por fazer um mamoplastia de aumento, terá vantagens como:

  • Ter um contorno de seio mais bonito e harmônico, firme e volumoso, que vai corrigir o que ela pode considerar como uma imperfeição;
  • Ficar com uma aparência de seios naturais porque as novas técnicas de cirurgia e tecnologias das próteses garantem esse resultado;
  • Aumentar a autoestima e confiança por adquirir o volume desejado para os seus seios;
  • Passar por um procedimento que é seguro, quando realizado com um cirurgião experiente e associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia.

Mas, além do benefício incontestável de apresentar formas mais volumosas especialmente para quem tem seios muito pequenos, ter uma prótese de silicone vai ajudar também a manter a firmeza dos seios por muito mais tempo.

É importante saber que mesmo as mamas pequenas e durinhas vão sofrer com a ação do tempo e também poderão ficar flácidos. 

Quando as mulheres são mais jovens, os seios são compostos de glândulas mamárias, gordura e colágeno.

A flacidez é causada devido à perda de colágeno, que ocorre com o envelhecimento e fatores genéticos; e ganho de gordura, mas também pode acontecer depois de uma gravidez com grande aumento de peso ou amamentação, na qual o seio sofreu uma grande expansão de tamanho e depois voltou ao volume anterior. É um efeito sanfona nos seios.

Quando a mulher opta por fazer um mamoplastia de aumento, terá vantagens como: Ter um contorno de seio mais bonito e harmônico, firme e volumoso, que vai corrigir o que ela pode considerar como uma imperfeição; Ficar com uma aparência de seios naturais porque as novas técnicas de cirurgia e tecnologias das próteses garantem esse resultado; Aumentar a autoestima e confiança por adquirir o volume desejado para os seus seios; Passar por um procedimento que é seguro, quando realizado com um cirurgião experiente e associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia.  Mas, além do benefício incontestável de apresentar formas mais volumosas especialmente para quem tem seios muito pequenos, ter uma prótese de silicone vai ajudar também a manter a firmeza dos seios por muito mais tempo. É importante saber que mesmo os seios pequenos e durinhos vão sofrer com a ação do tempo e também poderão ficar flácidos.  Quando as mulheres são mais jovens, os seios são compostos de glândulas mamárias, gordura e colágeno. A flacidez é causada devido à perda de colágeno, que ocorre com o envelhecimento e fatores genéticos; e ganho de gordura, mas também pode acontecer depois de uma gravidez com grande aumento de peso ou amamentação, na qual o seio sofreu uma grande expansão de tamanho e depois voltou ao volume anterior. É um efeito sanfona nos seios.

Conheça os tipos de prótese de silicone

Prótese de silicone redonda

Esse tipo de prótese vai preencher bastante a parte superior da mama e garantir formas mais arredondadas para os seios. É indicada para mulheres com tórax compatível com o volume e formato.

Prótese de silicone cônica

A prótese de silicone cônica pode ser bastante indicada para mulheres com volume de mama menor, ombros estreitos e pouca queda mamária, porque a base é menor e projeta os seios mais para a frente. O ganho de volume é conquistado, porém, o colo fica menos marcado do que a prótese redonda.

Se a mulher já tem mama menor e bicuda, o médico vai precisar avaliar se a prótese não vai dar uma aparência artificial.

Prótese de silicone gota

Essa prótese também é chamada de anatômica porque proporciona uma aparência muito semelhante ao formato de boa parte dos seios naturais. Essa prótese vai dar mais volume à parte inferior. 

Também é muito utilizada para mulheres que precisam colocar um implante de silicone para promover a reconstrução da mama, no caso de uma mastectomia ou outros problemas.

# Fica a dica

É importante saber que os seios costumam crescer até por volta dos 20 anos. Então, não é aconselhável colocar uma prótese de silicone antes dos 18 anos. 

Saiba mais sobre prótese mamária neste vídeo:

Conclusão

Seja com mamas grandes ou pequenas, a mulher precisa se sentir feliz com seus contornos, ter confiança e autoestima elevada.

Antes de optar por aumentar os seios, a mulher deve ter em mente qual é o real motivo de se submeter a essa cirurgia. A primeira dica é que ela deve agradar a si mesma, e não aos outros.

A harmonia das formas não necessariamente ocorre apenas a partir de seios volumosos, porém, se esse for o desejo da paciente, o cirurgião plástico vai esclarecer todas as dúvidas e buscar atender o que a fará mais feliz dentro das possibilidades.

Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in Todos
Sofre com seios grandes? A cirurgia de redução de seios pode te ajudar

Sofre com seios grandes? A cirurgia de redução de seios pode te ajudar

A cirurgia de redução de seios pode ser a saída para quem sofre com o tamanho e o peso das mamas. Você já ouviu falar nesse procedimento? Acompanhe o artigo e saiba como ele funciona e quais seus benefícios.

A mamoplastia redutora, como é chamada no meio médico, visa diminuir a quantidade de tecido adiposo e glandular, assim como a pele sobressalente do seio para alcançar a proporção das suas dimensões em relação ao corpo da pessoa. 

De acordo com levantamento realizado entre os associados da  Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, essa técnica – juntamente com a abdominoplastia, mamoplastia de aumento, lipoaspiração e mastopexia – lidera o ranking dentre as buscas por intervenções estéticas nos consultórios. Entenda quem pode se beneficiar do procedimento.

Indicação da cirurgia de redução de seios

A principal indicação da cirurgia é para pacientes com seios de tamanho e volume que vão além do ideal para as características anatômicas do seu corpo. Geralmente, essas pacientes desenvolvem problemas posturais, alergias e irritações no sulco mamário, dores nos ombros e nas costas, resultantes do peso das mamas.

Ainda, há a questão estética que é levada em consideração. A mamoplastia redutora também é recomendada para aquelas cujo o tamanho dos seios provocam constrangimento e desconforto com o próprio corpo. Então, se você tem seios grandes e acha que isso é um problema, essa cirurgia pode ser a solução.

Geralmente, o procedimento já pode ser realizado a partir dos 18 anos, quando a mama pois na maioria dos casos, a mama já se encontra completamente desenvolvida

Como é feita a mamoplastia redutora?

O procedimento é feito mediante anestesia geral e pode durar, em média, 2 horas. Os passos realizados pelo cirurgião incluem: 

  • Incisões na mama que permitem a remoção do excesso de gordura, tecido mamário e pele;
  • Redimensionamento da mama e da aréola;
  •  Sutura de forma a evitar cicatrizes aparentes.

Dependendo da abordagem utilizada durante a cirurgia, o formato e o tamanho da cicatriz pode mudar. É bem comum o formato em forma de T invertido, que se inicia na aréola e acaba no encontro da mama com o tórax.

Às vezes, é necessário utilizar um dreno pós-cirúrgico temporariamente para eliminar o excesso de sangue e fluido que possa se acumular na região. De forma geral, o pós-operatório é bem simples.

Entenda os benefícios da cirurgia de redução de seios

Auxilia no tratamento de problemas posturais e auto-estima relacionado ao tamanho do seio

Esta cirurgia tem caráter reparador e estético. A mulher que não se incomoda com o peso da mama, mas tem problemas posturais advindos dessa razão, pode recorrer ao procedimento para se livrar das dores nas costas e postura inadequada. 

Aquela que sofre constrangimento ou prefere alinhar o tamanho do seio com sua altura e peso corporal, proporcionalmente, também pode se valer da mamoplastia redutora para se sentir melhor com a sua imagem.

Procedimento seguro

Não existe cirurgia plástica sem risco, contudo, elas estão cada vez mais seguras. Desde que seguidos todas as orientações do médico e da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica, os riscos de passar por uma redução das mamas são bem pequenos.

Resultados definitivos

O resultado da mamoplastia redutora é definitivo, uma vez seguidas as orientações do cirurgião plástico com atenção e cuidado.  Entretanto, alguns fatores podem alterar a aparência obtida após a cirurgia. Um exemplo disso é a flutuação de peso, gravidez e alterações hormonais. Embora a mama jamais volte a ser como antes, no caso de nova insatisfação, o cirurgião deverá ser consultado.

Melhora a condição da pele 

O atrito da mama com a pele da região submamária pode causar alergias e urticárias. Quando o tamanho é realinhado, esse atrito deixa de existir, possibilitando à pele voltar para seu estado saudável.

Diante de tantos benefícios, não há razões para sofrer com o tamanho da sua mama. Converse com um cirurgião experiente e saiba se a cirurgia de redução do seio é indicada para você.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo!

Posted by Dr. Rodolfo Oliveira in Todos
5 mitos e verdades sobre a lipoescultura

5 mitos e verdades sobre a lipoescultura

A lipoescultura é uma cirurgia realizada para melhorar o contorno corporal. Combina-se, neste procedimento, duas técnicas: a lipoaspiração, que retira a gordura de determinada área do corpo, e a lipoenxertia, que injeta essa mesma gordura para dar volume em outra região corporal.

A finalidade é esculpir o corpo, modelando o contorno que o paciente deseja alcançar. Assim, a lipoescultura vai aumentar o volume onde existem depressões, melhorando o aspecto flácido e moldando as curvas onde há pouca gordura.

Essa cirurgia já é uma das mais realizadas em todo o mundo. Estima-se que são feitas cerca de 220 mil lipoesculturas ao ano. Embora as regiões corporais que mais passam pelo processo sejam as mamas, o queixo, os glúteos, as coxas e as mãos, a técnica pode ser feita em qualquer área que haja gordura.

Apesar de ser um procedimento simples, ele exige cuidados especiais. Por isso, é comum haver hesitações em relação à técnica. Neste artigo, separamos os principais mitos e verdades sobre o assunto. Acompanhe e tire suas dúvidas.

Mitos e verdades sobre a lipoescultura

1# A cirurgia é perigosa

Mito. As complicações cirúrgicas surgem mediante situações que expõem o paciente ao risco. Tecnicamente, o perigo é o mesmo de qualquer outra cirurgia invasiva. O que deve ser avaliado é se o profissional que vai realizá-la é habilitado para tal e se o local é apropriado.

 Além disso, o paciente deve estar em condições de saúde suficientes para se submeter ao procedimento. O peso tem que estar adequado e doenças crônicas ou agudas precisam estar sob controle. Caso o paciente tome medicamentos, o médico precisa ser informado. Por isso os exames pré-operatórios e o risco cirúrgico são tão importantes. 

2# O procedimento deve ser feito em local apropriado

Verdade. Independente de ser uma técnica simples, a lipoescultura precisa ser realizada em ambiente com estrutura que garante a segurança do procedimento e do paciente.  O indicado é que o local seja autorizado pela Vigilância Sanitária para a realização de procedimentos cirúrgicos. 

3# Lipoaspiração e lipoescultura são a mesma coisa

Mito. A lipoaspiração apenas retira a gordura da região lipoaspirada. Já a lipoescultura, além de aspirar, reposiciona essa gordura em outro local para modelar as curvas corporais, preenchendo espaços com pouco tecido adiposo. 

4# O procedimento é indicado para perda de peso

Mito. A finalidade dessa técnica não é diminuir o peso do paciente. Ela é aconselhada apenas nos casos em que a pessoa deseja esculpir o corpo. É comum o paciente achar que emagreceu depois do procedimento. Isso se deve ao fato de que após o corpo ser modelado, pode passar essa impressão. Entretanto, se já houver excesso de gordura corporal, o procedimento precisa ser reavaliado e as expectativas alinhadas.

5# O resultado não é exato

Verdade. Embora o procedimento seja duradouro, o resultado não é definitivo. Isso porque a gordura pode voltar a se acumular, caso o paciente não se alimente de forma adequada e não realize exercícios físicos. Outras pessoas têm uma tendência genética a acumular gordura em algumas regiões do corpo, fazendo com que o contorno conquistado acabe se modificando ao longo do tempo.

Também é importante conversar com o médico para entender o que esperar do resultado da sua lipoescultura e como manter o efeito duradouro da cirurgia. Em alguns casos, não é possível atingir o melhor resultado apenas com uma cirurgia. Dessa forma, depois da avaliação médica pode ser realizado outra seção para alcançar o foco mais próximo do objetivo do paciente.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião plástico em São Paulo!

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Dicas para prevenir a diástase abdominal

Dicas para prevenir a diástase abdominal

Diástase abdominal é o pesadelo da mulher grávida. Isso porque a condição tem consequências bem desagradáveis para a futura mamãe. Mas, não são apenas as mulheres que sofrem com esse problema. O acúmulo rápido de gordura corporal, levantamento de peso excessivo e exercícios abdominais intensos podem entendê-lo também para os homens e mulheres que não estão grávidas.

O impacto da diástase na musculatura abdominal causa incontinência urinária, complicações no trânsito intestinal, dor nas costas e aquela barriguinha saliente difícil de perder. 

Apesar de existir tratamento para reverter a situação, o mais indicado a se fazer é prevenir o problema, principalmente no caso das gestações, que são as causas mais frequente da diástase. Para isso, é necessário entender do que se trata essa condição. Acompanhe o artigo, aqui explicarei melhor sobre o assunto e vou ensinar algumas formas de prevenção!

O que é diástase e como ela ocorre

 Durante a gravidez, os músculos do abdome sofrem uma distensão para acomodar o útero que aumenta significativamente de tamanho à medida que o bebê vai crescendo. Isso ocorre porque ao sair da cavidade pélvica para a cavidade abdominal, o útero começa a pressionar toda a parede do abdome, provocando uma rachadura em seu centro. É como se dividisse o músculo em duas metades.

Além da pressão exercida pelo útero, a musculatura ainda sofre ação dos hormônios nos tecidos conectivos, responsáveis por manter o músculo unido. 

O estiramento muscular acontece por volta do 2° trimestre da gestação e tem maior incidência no último mês de gravidez e no pós-parto.

Até 3 cm, a diástase pode ser considerada fisiológica. Contudo, o afastamento entre os músculos pode chegar a 15 cm.

A diástase também está relacionada ao aumento da pressão intra-abdominal provocado por excesso de peso e flacidez dos tecidos.

Como prevenir o problema?

Atividades físicas durante a gestação são uma boa arma contra a diástase. Entretanto, é necessário ter cautela. O programa adequado de exercícios é essencial para não favorecer ainda mais o surgimento do problema. É comum a confusão nesse momento. Muitas mulheres acham que quanto mais intenso o treino for, mais protegida elas estão. Isso é um mito, pois os exercícios de alto impacto como agachamentos com peso e abdominais não são recomendados nessa fase.

Outro mito é referente ao uso de cintas elásticas após o parto. A função das cintas não ajuda a musculatura voltar para o lugar. Elas são mais indicadas nos casos cirúrgicos para auxiliar na cicatrização e recuperação do tecido muscular após o processo.

Uma boa dica é evitar o ganho o de peso excessivo, fazer uma dieta equilibrada, evitar saltos altos e manter uma boa postura no dia a dia. O Pilates é uma boa opção para trabalhar a musculatura abdominal e prevenir o estiramento, tanto antes da gestação quanto durante.

Estou com diástase abdominal, e agora?

Mesmo com toda a prevenção, é possível que a musculatura abdominal não suporte a pressão e sofra uma lesão. Se a diástase for de até 3 cm, o músculo consegue se regenerar sozinho. De 3 a 5 cm, realizar exercícios físicos acompanhados pelo profissional é eficazes. À partir dos 5 cm, é recomendado um procedimento cirúrgico chamado abdominoplastia.

O ideal é aguardar pelo menos 6 meses após o parto para que a mulher volte ao seu peso ideal. Assim, o risco da flacidez reaparecer é menor. Além disso, após essa data o período de amamentação já se cumpriu.

A diástase abdominal precisa ser avaliada pelo cirurgião plástico para que a técnica seja indicada corretamente. Antes da cirurgia, tire todas as suas dúvidas e alinhe suas expectativas com o seu médico.

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Abdominoplastia: 4 cuidados pré-operatórios

Abdominoplastia: 4 cuidados pré-operatórios

Abdominoplastia é uma das opções para modelar o abdômen, deixando-o mais reto e bonito. Esta cirurgia estética consiste na retirada do tecido flácido que se acumula na região da barriga. Também é possível fazer a junção dos músculos do abdômen, caso estejam frouxos, para que pareçam mais firmes.

É importante salientar que o objetivo deste procedimento não é a perda de peso e, sim, reduzir a flacidez ocasionada por múltiplas gestações ou ganho e perda excessiva de gordura corporal.

A decisão de realizar um procedimento desses tem que ser tomada com bastante consciência. Mesmo que seja para fins estéticos, a cirurgia é invasiva e precisa ser orientada por um profissional habilitado.

E isso não é o bastante. Quem se submete à técnica, sabe que o resultado desse tipo de procedimento depende de diversos fatores, sobretudo no que diz respeito aos cuidados pré-operatórios. 

Por isso, separei aqui algumas formas de se preparar para a abdominoplastia. Confira!

Cuidados pré-operatórios da abdominoplastia

Se preparar corretamente para a cirurgia colabora para o baixo risco de complicações e contribui para que os resultados cheguem o mais próximo possível do planejado. Ainda, ajuda a preparar o corpo para se recuperar mais rapidamente. Entenda os cuidados.

1# Escolha um profissional de confiança

Da mesma forma que qualquer outro procedimento cirúrgico, a abdominoplastia demanda um profissional especializado. No caso das cirurgias plásticas, a recomendação da Associação Brasileira de Cirurgia Plástica é que o cirurgião seja um membro associado. Isso garante que ele conheça os padrões exigidos para manter a segurança do procedimento e do paciente. 

2# Tire suas dúvidas

Converse com o seu médico antes de se submeter à cirurgia e tire todas as suas dúvidas. Geralmente, o próprio cirurgião já orienta o paciente quanto aos cuidados pré e pós-operatórios. Porém, nem sempre isso soluciona todas as inseguranças do paciente. Só agende sua abdominoplastia quando não tiver mais hesitações.

3# Se atente à dieta

A alimentação é muito importante para preparar o corpo e essencial para atingir bons resultados. Priorize frutas e vegetais e deixe a gordura e o açúcar excessivo de lado. O foco é proporcionar ao corpo os nutrientes necessários para auxiliar o trabalho do sistema imunológico.

Algumas pessoas podem precisar de suplementação de vitaminas. Após os exames pré-operatórios, o médico vai prescrever o que for indispensável.

4# Mexa-se  

Preparar uma rotina de exercícios físicos antes da abdominoplastia auxilia na conquista do melhor resultado. Atividades físicas tonificam os músculos. Como eles ficam abaixo da camada de gordura que é retirada na abdominoplastia, se tiverem fortalecidos, o resultado é melhor.

Além disso, os benefícios dos exercícios para o corpo estimulam uma resposta imunológica mais satisfatória. 

Mas, lembre-se. É necessário consultar um profissional antes de iniciar a sua rotina.

Resultados da abdominoplastia

O resultado definitivo de uma abdominoplastia é percebido em média após três meses de cirurgia. Devido à intensidade do procedimento, a sensibilidade da região pode demorar entre 6 e 12 meses para se restabelecer completamente. Por isso, é importante seguir todas as recomendações do seu médico e qualquer alteração não esperada deve ser avaliada imediatamente.

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Próteses de silicone são perigosas?

Próteses de silicone são perigosas?

As próteses de silicone são um objeto de desejo de muitas mulheres que estão insatisfeitas com o formato das mamas. Além de aumentar o tamanho, o procedimento também é indicado para projetar ou subir a posição das aréolas.

Esta é uma das cirurgias estéticas mais realizadas no Brasil. Em 2018, 18,8% das intervenções cirúrgicas se destinavam à colocação de implantes mamários.

O procedimento tem duração média de uma hora. O cirurgião pode escolher dentre os três tipos de incisões: 

  • Inframamária – o corte é realizado no sulco mamário, a linha de encontro entre o seio e o tórax.
  • Transaxilar – o corte é feito na dobra natural da axila, o que não deixa nenhum tipo de cicatriz no seio. Contudo, é uma técnica pouco utilizada, devido ao fato de ser uma abordagem mais complexa.
  • Incisão periareolar – o corte é feito ao redor da aréola e a prótese é introduzida por esse canal.

Dependendo do objetivo da cirurgia, tipo de técnica e condição do paciente, o cirurgião também poderá optar pela anestesia geral, local ou com sedação. 

É bem comum as pessoas ficarem inseguras com a realização de cirurgias plásticas em geral, seja pelo receio de complicações ou medo do efeito da anestesia. Dentre as mamoplastias de aumento, ainda há uma preocupação a mais, relacionada à prótese implantada. 

Neste artigo, vamos abordar melhor este assunto. Leia e fique por dentro.

Afinal, próteses de silicone são perigosas?

Para início de conversa, é bom relatar que as próteses de silicone implantadas em humanos são produzidas com material diferente do silicone industrial. Dessa forma, o implante não apresenta grau de toxidade ao organismo. 

A substância utilizada na fabricação dos implantes é conhecida como gel de alta coesividade. Isso significa que ele possui propriedades que impedem o gel de se espalhar, mesmo com o rompimento da prótese.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as próteses de silicone não fazem mal à saúde da mulher, desde que aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Os implantes autorizados pela ANVISA passam por parâmetros de avaliação bem criteriosos para garantir que o uso daquele material seja seguro para o corpo.

Embora a aprovação sanitária pelo órgão público seja importantíssima para validar a segurança do material, isso por si só não é suficiente para evitar complicações. Essas podem ser associadas tanto à prótese, quanto ao procedimento cirúrgico.

Possíveis riscos da mamoplastia

Em grande parte dos casos, o implante não causa problema algum. No entanto, uma dúvida bem comum é referente à amamentação.

 A prótese, em si, não impede que a mulher amamente normalmente. Acontece que, em alguns casos, a técnica cirúrgica utilizada atinge alguns ductos mamários. Isso pode atrapalhar o caminho do leite da glândula até o mamilo. Se você pretende engravidar após a colocação do silicone, converse sobre isso com o seu médico.

Alguns exemplos de problemas que podem ocorrer com a colocação da prótese de silicone são:

  • Enrugamento da pele sobre o implante;
  • Ruptura do implante;
  •  Contratura capsular- formação de tecido cicatricial rígido ao redor da prótese;
  • Alterações permanentes ou temporárias da sensibilidade do seio;
  • Dor;
  • Reação à anestesia;
  • Má cicatrização;
  • Infecções.

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O que é preenchimento facial?

O que é preenchimento facial?

O preenchimento facial é um dos tratamentos mais recomendados para amenizar os sinais do tempo na pele. À medida em que envelhecemos, o corpo começa a apresentar os efeitos da idade avançada.

O contato com a poluição diariamente, a exposição à radiação solar e a diminuição da produção de colágeno e ácido hialurônico pelo organismo fazem com que a pele seja um dos primeiros órgãos a refletir o avanço da idade.

As rugas e linhas de expressão já começam a surgir por volta dos 30 anos de idade. Para combater esse problema, homens e mulheres procuram ajuda da medicina estética e enchem os consultórios médicos atrás de uma solução. Existem diversos tratamentos disponíveis para esse fim, hoje em dia.

O que faz do preenchimento facial um queridinho entre médicos e pacientes é que o procedimento não é invasivo, é de execução simples e muito eficaz.

Neste artigo, vou explicar melhor sobre o assunto. Se interessou? Vamos à leitura!

Preenchimento facial: o que é o procedimento?

A técnica consiste em injetar uma substância específica nas depressões, linhas e sulcos formados na pele, devolvendo o volume e melhorando o contorno facial.

O resultado dos preenchimentos revitalizam e rejuvenescem a face, sem necessidade de cirurgias, sem riscos e sem efeitos colaterais. Para isso, é imprescindível realizá-lo apenas com profissionais habilitados, como um cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

As substâncias injetadas nas rugas e sulcos do rosto podem ser várias, a depender do grau e objetivo do preenchimento. Entenda melhor, a seguir.

Ácido hialurônico

Esta é uma molécula de proteína e açúcar presente em nosso organismo. O ácido hialurônico, junto com outras substâncias, é responsável por manter a pele naturalmente hidratada e elástica. Contudo, a sua produção natural começa a diminuir por volta dos 25 anos de idade, tornando a pele mais seca, o que dá origem às rugas e sulcos, como o famoso bigode chinês.

Ao ser injetado na camada mais superficial da região tratada, o ácido devolve o volume perdido e traz um aspecto de jovialidade.

Polimetilmetacrilato (PMMA)

O PMMA é biocompatível, entretanto, é uma substância sintética não absorvida pelo corpo. Por esse motivo, a indicação de uso é apenas para pequenas quantidades, pois há risco de alergias e reações adversas graves.

Apesar de ser liberado pela ANVISA, orienta-se que seja utilizado para correção da lipodistrofia facial, muitas vezes causada por medicamentos contra AIDS. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e a Sociedade Brasileira de Dermatologia não recomendam seu uso apenas para fins estéticos.

Indutores de colágeno 

Estas substâncias, quando injetadas na pele, induzem a produção local de novas fibras de colágeno. O resultado é uma pele mais elástica, menos flácida e com aspecto mais jovem, melhorando as rugas e linhas de expressão.

Duração do preenchimento facial

Os resultados são percebidos já na primeira sessão de tratamento, que proporciona uma aparência bastante natural. Devido à variedade de produtos, fica impossível estabelecer um tempo exato de duração dos efeitos. Isso porque o resultado também vai depender da região tratada, tipo de pele e capacidade de resposta de cada organismo. 

O tempo médio de duração do preenchimento facial costuma ser em torno de seis meses a um ano. Porém, o médico avalia cada caso individualmente para estabelecer a necessidade do retorno.

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Como acabar com os seios caídos?

Como acabar com os seios caídos?

Seios caídos é um problema estético que incomoda mulheres em diversas faixas etárias. É isso mesmo! A ptose mamária, termo utilizado no meio médico para designar a condição, pode ocorrer tanto em decorrência da idade, nas mulheres mais velhas, quanto em adolescentes.

As mamas costumam ser consideradas elementos fortes da feminilidade. Por esse motivo, exerce papel importante na imagem que a mulher tem do seu próprio corpo, sendo uma parte bastante valorizada por elas. Dessa forma, quando os seios apresentam flacidez exagerada, podem se tornar um prejuízo para autoestima da pessoa.

A boa notícia é que existem formas de acabar com o problema e, até mesmo preveni-lo. Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe a leitura.

 Seios caídos? Entenda as causas

Cada mulher pode manifestar um motivo diferente para a ptose mamária. Entre os principais, podemos citar:

Diminuição da produção de colágeno – As fibras de colágeno são responsáveis por manter a firmeza da pele. Com a diminuição dessa substância no organismo, as estruturas se tornam mais flácidas, favorecendo o aparecimento do problema.

Ganho ou perda excessiva de peso – O aumento da gordura corporal aumenta o volume do seio, causando o afrouxamento de suas estruturas. Já a perda de peso excessiva provoca excesso de pele que, sem o volume, torna-se murcha. 

Gravidez – É comum que o ganho de volume dos seios durante a gravidez favoreça a redução da firmeza de suas estruturas. Durante a amamentação, é comum haver a perda da gordura adquirida na gravidez, assim os seios ficam com um aspecto caído.

Hereditariedade – O histórico familiar também tem grande influência sobre o surgimento da ptose.

Como resolver o problema?

A indústria de produtos cosméticos já disponibiliza uma infinidade de cremes firmadores prometendo eliminar a flacidez da pele dos seios. Contudo, esse é um método mais eficaz na prevenção do que no tratamento em si. Uma vez que as estruturas que mantém as mamas no lugar já sofreram alterações, apenas a ação dos cremes não será suficiente para voltá-las ao lugar.

Procedimentos estéticos, como a radiofrequência e exercícios físicos para fortalecer a musculatura podem ter algum resultado no tratamento. No entanto, quando o caso é mais grave, a cirurgia plástica é indicada.

Essa cirurgia recebe o nome de mastopexia. Ela consiste em retirar o excesso de pele e remodelar o tecido mamário, os mamilos e as aréolas, de modo a devolver o aspecto de rigidez e firmeza do seio.

A mastopexia pode ser associada à colocação de implantes de silicone, modelando ainda mais as mamas, dando a forma e o volume de acordo com a expectativa da paciente.

É possível evitar os seios caídos?

Como citado anteriormente, os cremes de tratamento são boas alternativas para fortalecer a pele do local e conseguir resultados de longo prazo.

Além deles, os exercícios também servem para prevenir a ptose futura, uma vez que os músculos trabalhados se tornam mais rígidos. 

Outra opção para prevenir os seios caídos é utilizar o sutiã adequado para o tipo do corpo e tamanho dos seios. Essas peças tem um grande poder de sustentação e evitam a ação da gravidade durante as atividades do dia a dia, postergando o aparecimento do problema.

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