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Ginecomastia: o que é, causas e como tratar

Ginecomastia: o que é, causas e como tratar

A ginecomastia é uma condição que pode afetar até 40% dos homens, em qualquer fase da vida, mas o período em que mais acontece é na adolescência.

Saiba mais sobre esse problema, como tratá-lo e quanto custa uma cirurgia de ginecomastia.

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Cicatriz silicone: entenda os tipos e cuidados

Cicatriz silicone: entenda os tipos e cuidados

Aumentar o volume dos seios com próteses é o sonho de muitas mulheres, no entanto, muitas sabem que, como em toda intervenção cirúrgica, vai ficar uma cicatriz de silicone na região mamária.

Saiba mais como são essas marcas e o que fazer para cuidar delas no pós-operatório para uma recuperação bem-sucedida.

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Cinta pós-cirúrgica abdominoplastia: por que você deve usar?

Cinta pós-cirúrgica abdominoplastia: por que você deve usar?

A cinta pós-cirúrgica na abdominoplastia é um cuidado importante que as pacientes precisam tomar logo após realizar essa cirurgia na barriga.

O papel da cinta é ajudar na recuperação, por outro lado, não usá-la adequadamente pode envolver certos riscos. Saiba mais aqui.

Usar a cinta pós-cirúrgica na abdominoplastia é imprescindível

Um pós-cirúrgico bem cumprido é um dos primeiros passos para que a abdominoplastia seja bem-sucedida. Afinal, quando a paciente faz uma cirurgia para diminuir a circunferência abdominal e deixar a região mais reta e com a pele firme, ela quer ver esses resultados assim que possível.

Entre os cuidados que devem ser tomados após realizar uma cirurgia de abdominoplastia e miniabdominoplastia está o repouso e o uso de uma cinta ou faixa abdominal pós-cirúrgica ininterruptamente, retirando apenas para o banho.

As cintas mais conhecidas de tecido elástico compressivo são de lycra ou cetinete. Há diversos tipos de acessório, inclusive a cinta abdominal que só pega na cintura, ou camisete, body, bermuda e as placas de contenção. 

Quais são as principais funções da cinta pós-abdominoplastia? 

O uso  desse acessório será imprescindível para atingir os resultados desejados pela paciente, porque garante uma sustentação dos músculos do abdômen e do seu entorno. Além disso, o acessório também modela a região.

A cinta pós-cirúrgica abdominoplastia vai proteger a área operada e promover uma pressão no local da cirurgia, permitindo uma fixação da pele, facilitando a cicatrização das incisões, dando segurança e postura à paciente que está se recuperando.

Com o uso da cinta, a paciente vai conseguir ficar com a coluna ereta, evitando que a barriga fique projetada para frente e também forme uma corcunda.

Entre outras vantagens do uso do acessório está também conter a dor e os edemas (inchaços), que são muito comuns no pós-operatório. Além disso, o uso da cinta para abdominoplastia também vai combater a flacidez.

Benefícios do uso da cinta pós-cirúrgica abdominoplastia  Dá mais segurança à paciente; Mantém a firmeza do abdômen; Melhora a postura, mantendo a coluna ereta; Dá contorno corporal; Acelera o processo de cicatrização; Contém os edemas e a dor; Possibilita mais conforto à paciente; Combate a flacidez; Evita complicações pós-cirúrgicas.

No entanto, esse acessório tem algumas regras de uso que são gerais para a maioria dos cirurgiões plásticos, com alguma variação que pode envolver o tipo de técnica utilizada na cirurgia:

Compressão e modelo

A compressão da cinta e o modelo devem ser sempre orientados pelo cirurgião plástico, mas uma regra é que o acessório deve ser usado para provocar uma contenção uniforme da região operada, e não comprimi-la de forma exagerada.

Além disso, quando a paciente for comprar a cinta, o melhor é experimentá-la para verificar se está no ajuste correto e se está confortável em todas as áreas do corpo, inclusive no que se refere à cinta pós-cirúrgica abdominoplastia e mamoplastia .

Não caia no equívoco de comprar uma cinta menor, pensando já nas medidas que serão perdidas na abdominoplastia. Logo nos primeiros dias do pós-operatório, muitas pacientes podem sofrer inchaços progressivos, e uma cinta apertada demais vai se tornar insuportável para o uso.

Uso com as placas

O uso da cinta pós-cirúrgica abdominoplastia pode ser combinada às placas pós-cirúrgicas que, normalmente, são indicadas para evitar que a cinta dobre e a paciente sofra o garroteamento da região operada, que poderá trazer consequências definitivas para essa área, como as marcas que podem não sair mais. 

Assim, a placa vai proteger ainda mais a região.

Tempo de uso

As cintas pós-cirúrgicas, em geral, têm uma indicação de uso por 45 dias. Já as placas podem ser usadas por 30 dias. Esse tempo é o adequado para que o acessório contribua com a cicatrização dos tecidos no pós-operatório.

No entanto, de acordo com a resposta inflamatória de cada paciente, o cirurgião poderá também indicar que, mesmo após esse período inicial de uso, a cinta seja retirada gradativamente, intercalando o uso em dias alternados.

No entanto, após o período indicado pelo médico, a paciente  não deve continuar usando a cinta com a intenção de modelar ainda mais o corpo. Essa atitude pode até prejudicar a assimetria abdominal, porque a compressão da cinta sobre os músculos vai impedir que eles se contraiam da forma natural adequada e causar enfraquecimento muscular na região.

Saiba mais sobre mastopexia:

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O que ocorre se a paciente não usar a cinta pós-cirúrgica abdominal ou fazer o uso errado?

Como já citado mais acima, o uso da cinta cirúrgica na abdominoplastia traz uma diversidade de benefícios para as pacientes que querem um bom resultado no pós-operatório, enquanto não usá-las ou usar inadequadamente pode trazer consequências.

O primeiro risco de não usar a cinta é a cicatrização mais lenta, e até mesmo a ocorrência mais facilmente de complicações pós-cirúrgicas, como sangramentos, infecções, abertura de pontos, etc.

Além disso, o uso de uma cinta na compressão inadequada, além de promover muito desconforto e mais dor, pode até piorar a cicatrização e favorecer o surgimento de mais hematomas no abdômen e formação de líquidos, aumentando o inchaço, que já é comum no período pós-cirúrgico.

Outro problema de uma cinta que está fazendo uma compressão exagerada é o prejuízo para a circulação sanguínea, especialmente para o retorno venoso dos membros inferiores, porque o acessório pode se tornar uma barreira na volta do sangue ao coração.

Por isso, a cinta precisa estar na compressão correta tanto na região da barriga, como das virilhas e coxas. 

Outro ponto importante é que até mesmo a alça da cinta deve estar confortável, porque quando o acessório está muito apertado na região, os pacientes podem sofrer com cefaleias ou enxaquecas. 

Um conselho médico é que a paciente, especialmente nos primeiros dias do pós-operatório, não faça esforço para colocar a cinta. O melhor é pedir ajuda para outra pessoa porque o período exige repouso, e esse trabalho intenso para vestir a cinta pode até provocar tonturas e até desmaios.

Cinta pós-cirúrgica abdominoplastia: preço        

A cinta pós-cirúrgica para abdominoplastia não costuma ser barata. Os valores aproximados, de acordo com o modelo, podem variar de R$ 400 a R$ 800 (*).

Ainda que os preços sejam salgados, o ideal é comprar mais que uma cinta para os momentos de troca para lavar. Quando a paciente tira a cinta vai ficar um bom tempo sem o uso do acessório, com o abdômen solto, se não tiver outro modelo para vestir. Ficar sem essa proteção pode prejudicar o processo de cicatrização.

Por isso, quando a paciente decide fazer uma cirurgia plástica, o planejamento financeiro também é importante, porque existem os custos de consultas, equipe médica, internação, cirurgia em si e até a aquisição desses acessórios, que também devem ser contabilizados.

(*) Valores de julho de 2021.

Veja também esse vídeo para entender o que causa a queda da mama:

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Cicatriz lipo: 6 cuidados importantes

Cicatriz lipo: 6 cuidados importantes

A lipoaspiração é uma das cirurgias estéticas mais realizadas no Brasil, mas a cicatriz da lipo, embora seja menor que de uma abdominoplastia, também exige cuidados.

Veja neste post como são e como tratar das cicatrizes que ficam após o procedimento.

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Cicatriz abdominoplastia: como fica após a cirurgia?

Uma barriga mais lisa e reta. Que mulher não quer ver isso na frente do espelho? Porém, uma das principais dúvidas das pacientes no consultório é como vai ficar a cicatriz da abdominoplastia.

Entenda neste post os tipos de cicatriz da abdominoplastia, quando clareiam e o que fazer para ajudar no processo.

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Silicone 600 ml: quando você pode escolher esse tamanho?

Silicone 600 ml: quando você pode escolher esse tamanho?

Desfilar com uma  prótese de silicone 600 ml pode ser o sonho de muitas mulheres que querem um colo mais turbinado, mas será que esse tamanho é para todas?

Veja neste texto, quando essa prótese pode ser escolhida pelas mulheres.

Prótese de silicone 600 ml: será que é para  mim?

Não é difícil encontrar referências de beleza feminina no mundo fitness, na música, TV ou cinema com seus seios com silicone, como Ivete Sangalo, Ana Hickmann ou a queridinha do momento, Juliette, a vencedora do BBB 21.

Algumas famosas são bastante discretas quando optam por uma mamoplastia de aumento, porém, outras não escondem a preferência por seios maiores e que dão muito destaque à anatomia. 

Assim como as mulheres comuns, muitas musas querem colocar silicone para ganhar contornos mais femininos. A atriz Grazi Massafera, por exemplo, revela que colocou próteses mamárias justamente para ter seios maiores porque se achava muito “menininho”, ou seja, mais reta no tórax. Logo depois que fez o BBB, ela colocou uma prótese de 250 ml.

Outra atriz que optou por seios com silicone foi Vanessa Loes, que não esconde sua satisfação por estar mais turbinada há muitos anos.

Algumas outras famosas fazem mamoplastia de aumento devido a uma gestação, porque percebem que perderam contornos após a amamentação. Esse foi o caso da cantora Simone (dupla com Simaria), e da modelo Andressa Suita. Simone, que já tinha silicone, trocou as próteses para corrigir uma assimetria em uma das mamas. Nem bem colocou a prótese (dezembro de 2019), e ficou grávida de novo.

Próteses de 400 ml ou mais

Já Andressa Suíta também trocou a prótese após a gestação, e adotou um novo tamanho. Desta vez, implantou 425 ml, mudando também o perfil para superalto.

Mas tem mulheres que assumem que querem mais. É o caso da modelo fitness Carol Saraiva que colocou uma prótese de silicone 600 ml.

Outras musas fitness, conhecidas como as Brunas,  as influencers gêmeas que têm pai argentino e mãe brasileira, Dannita e Nadinne Bruna, adotaram o tamanho 600 ml.

Além delas, outro nome famoso do mundo fitness, a campeã mundial de Fitness, Renata Spalicci, que já tinha uma prótese de 620ml, trocou esse tamanho por um ainda maior de 700 ml.

Mas será que o tamanho silicone 600 ml ou mais pode ser a escolha de qualquer mulher, seja famosa ou não?

Quando escolher a prótese de 600 ml de silicone?

No Brasil, os tamanhos de próteses mais buscadas ficam entre 150 ml a 600 ml, porém, as medidas de 250 a 400ml estão entre as mais comuns. A escolha desses tamanhos terão muito a ver com o desejo da paciente, porém, não é possível descartar o biotipo de cada mulher.

A decisão do tamanho da prótese de silicone deve ser muito bem pensada e tomada em parceria com o cirurgião plástico, que tem todos os recursos para mostrar às pacientes como ficarão suas silhuetas após a cirurgia.

Além dessa escolha, há muitas outras questões a serem resolvidas para obter o melhor resultado para cada paciente. Então, o cirurgião também vai apresentar:

  • Tipo da prótese: redonda, cônica ou anatômica;
  • Melhor perfil, de acordo com o objetivo da paciente (varia de baixo a superalto); 
  • Se a paciente coloca a prótese de silicone por cima do músculo ou por baixo;
  • Tipos de tipos de incisão possíveis na cirurgia, etc.

A escolha de um tamanho pequeno de silicone, por volta de 150 ml, não significa que a paciente terá um seio muito pequeno após a prótese. Vai sempre depender do biotipo. Para uma mulher magra, e quase sem volume nos seios, este tamanho será suficiente para dar um devido destaque ao colo.

Por outro lado, uma paciente mais baixinha e com ombros estreitos não poderá implantar o silicone 600 ml, porque não ficará compatível com o seu biotipo. Ela vai correr o risco, inclusive, de aparentar estar acima do peso.

A modelo Carol Saraiva, por exemplo, além de ter uma silhueta mais definida e ombros mais largos, tem uma altura de quase 1,70m, portanto, muito compatível com o tamanho da prótese escolhida. Por sinal, esse tamanho de prótese recebeu total aval do cirurgião plástico dela.

Qual deve ser o procedimento para escolha da prótese?

Para escolher o tamanho da prótese mais adequada, a primeira medida que uma paciente que quer colocar silicone nos seios deve tomar é buscar um cirurgião plástico experiente, que inspire confiança, mostre resultados e seja filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Evidentemente, que a paciente poderá revelar seu desejo de ter uma prótese de silicone de 600ml na primeira consulta de avaliação, porém, o médico deverá indicar os tipos mais compatíveis como o biotipo da paciente, além de tomar suas medidas (ombros, largura do tórax, etc) e fazer outras investigações, como a qualidade da pele da paciente, que deverá ter elasticidade suficiente para suportar a prótese. 

Além disso, o médico irá solicitar exames, como hemograma, teste de coagulação, HIV, função renal, eletrocardiograma, ultrassom e mamografia, que vão comprovar a boa saúde da paciente. Pacientes com alguns problemas de saúde não controlados, como diabetes e hipertensão, podem não ser liberadas para o procedimento.

Checkl list prótese de silicone

Cuidados antes da colocação da prótese de silicone

É necessário que as pacientes entendam que qualquer cirurgia traz certos riscos, porém, diversas medidas devem ser tomadas antecipadamente para evitá-las.

São várias as medidas que são indicadas pelos cirurgiões na fase pré-operatória, por exemplo, mais de um mês antes da cirurgia, é aconselhável que seja trabalhada a hidratação da pele, com ingestão de mais água e também uso de hidratantes. Essas medidas vão proporcionar uma maior elasticidade da pele.

Além disso, a candidata à mamoplastia de aumento também deve se comprometer a parar de fumar, porque o cigarro não é um aliado dos processos cirúrgicos, especialmente os estéticos, porque as substâncias contidas no produto afetam a circulação sanguínea e prejudicam a cicatrização, podendo

provocar abertura das incisões, acúmulo de líquidos e até necrose da pele.

A ingestão de álcool também é desaconselhada nos dias que antecedem a cirurgia plástica.

Outro ponto importante é que 10 dias antes da cirurgia é necessário parar ou evitar algumas medicações, como fórmulas para emagrecimento, medicações estimulantes, ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não hormonais.

Cuidados pós-operatórios

De nada vai adiantar a paciente tomar uma série de medidas antes da cirurgia e esquecer dos cuidados pós-operatórios. Não segui-los pode resultar em abertura de pontos e espaçamento das cicatrizes, maior acúmulo de líquidos, que vai levar a mais inchaços e hematomas.

O pós-operatório também é um período no qual a paciente vai sofrer algumas dores, porém, o cirurgião indica medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios para aliviar os desconfortos.

Portanto, seja para a colocação de próteses de silicone de 600 ml, mais ou menos, é válido ouvir e seguir as prescrições médicas.

Portanto, ao fazer uma cirurgia de colocação de prótese de silicone, é essencial:

Uso de sutiã especial pós-cirúrgico por 30 dias; Ter cuidado com a movimentação dos braços por cerca de 30 dias, os movimentos devem ser lentos e mais cuidados, para comer ou escovar dentes,  e não tentar levantar os braços acima dos ombros.; Não pegar pesos acima de 5 quilos; Não dirigir por pelo menos 20 dias; Não fazer atividades físicas intensas por no mínimo 60 dias: caminhadas leves estão liberadas para evitar tromboses nas pernas; Não dormir de bruços: a recomendação é que a paciente durma de barriga para cima por 60 dias; Trocar curativos todos os dias após o banho e higienização do local da cirurgia; Ter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de sal, gorduras saturadas, álcool ou refrigerantes; Não expor os seios ao sol, por pelo menos 30 dias. Por isso, cirurgias no inverno são indicadas; Manter a hidratação da pele para evitar estrias ou flacidez; Fazer drenagens linfáticas regulares; Comparecer às consultas de retorno.

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Tamanho de mamas femininas: qual é o ideal?

Tamanho de mamas femininas: qual é o ideal?

O tamanho de mamas femininas considerado ideal por cada mulher pode tentar atender aos padrões de beleza de cada local ou momento.

Mas será que existe um tamanho de seio que pode ser classificado como certo ou melhor? Veja mais nesse texto.

Tamanho de mamas femininas influenciam na autoestima?

É bastante complicado tentar definir um tamanho de mamas femininas ideal, porque depende de inúmeros fatores.

Além dos gostos de cada mulher, ainda existem questões como o biotipo de cada uma, padrões de beleza vigentes e até mesmo o desejo de agradar os parceiros. 

Quando uma mulher tem um determinado tamanho de mamas femininas e não se sente bem, não importa se são pequenas ou grandes, a autoestima pode ser afetada.

Em 2013, uma pesquisa realizada pelo Senai com mais de 7 mil homens e mulheres apontou que existem 27 diferentes tipos de corpos, e que esses, em sua maioria, não se encaixam no padrão de beleza apontado pela mídia.

Em relação ao tamanho de seio, as  medidas naturais do corpo da brasileira com estatura mediana revelaram uma média de seio com 97,1 cm, enquanto as de estatura baixa têm seios na média de 91,7 cm. 

É claro que essa pesquisa também serviu para entender melhor os dados sobre as medidas de cintura, pescoço, circunferência abdominal, seios, cabeça e ombros dos brasileiros para ajudar na indústria do vestuário e das lingeries.

No entanto, também serve para demonstrar que nem todas as pessoas estarão dentro de um padrão de beleza ditado pela moda e podem se ressentir com isso.

Veja mais sobre prótese de silicone neste vídeo:

Preferência de tamanho de seio em cada país

Em cada país, há uma variação sobre o tamanho das mamas femininas considerado um padrão. O estudo “What’s the ideal breast size?” buscou entender a opinião de 1.000 europeus e 1.000 americanos sobre suas preferências pelos tamanhos de seios pequenos, médios e grandes. 

O resultado é que 54% dos homens e 60% das mulheres consideraram que os tamanhos médios seriam os ideais, já 35% dos homens e 31% das mulheres disseram preferir seios grandes. Enquanto apenas 11% dos homens e 9% das mulheres preferiam seios pequenos.

No Brasil, o acesso à influência das divas internacionais do cinema, da música e da moda, também fez com que as brasileiras passassem a enxergar o tamanho de mamas femininas maior como o ideal para sua autoestima.

ebook protese de silicone

Como a cirurgia plástica pode ajudar no tamanho de mamas femininas?

Os seios sempre foram um símbolo de feminilidade e cada mulher tem um tipo de seio diferente. 

Têm uma função primordial de amamentar, mas também fazem parte da sexualidade feminina. A noção de atratividade que os seios causam em homens e mulheres, de acordo com seus tamanhos, variam de país para país e de pessoa para pessoa. 

Assim, cada homem ou mulher pode ter noções diferenciadas do que acha sexy ou atrativo em relação ao tamanho dos seios. No entanto, nem sempre a genética favorece e a pessoa pode ter um seio maior ou menor do que gostaria.

A cirurgia plástica vai possibilitar fazer essas correções, de acordo com os gostos de cada um. No entanto, é sempre preciso levar em consideração o biotipo das pessoas para produzir melhores resultados para uma mamoplastia.

Mamoplastia de aumento

Uma mulher com seios pequenos pode querer um maior tamanho de mamas femininas para ter um colo mais chamativo, para se sentir mais atraente ou até mesmo para ganhar maior volume após uma gravidez ou amamentação. 

Para isso, vai poder se amparar em uma mamoplastia de aumento, com implante de próteses de silicone, que poderão ter exatamente o tamanho que ela deseja e o que for compatível com seu biotipo para essa nova silhueta. 

Correção da flacidez e aumento do volume

Para algumas, uma gravidez também pode ter resultado em flacidez nos seios, e elas querem mais firmeza. Nestes casos, é possível realizar uma mastopexia com prótese, que vai redesenhar a mama, os mamilos e também possibilitar o aumento de volume.

ebook mastopexia cirurgia para mamas flácidas

Redução do tamanho do seio

Já por outro lado, há mulheres que acreditam que têm seios muito grandes e querem reduzi-los. O volumeo pode ser fruto de uma questão genética mesmo ou porque engordaram durante uma gravidez ou ganharam peso por outros motivos.

Para elas, o tamanho das mamas femininas podem provocar dores nas costas, dificuldades em realizar atividades ou se sentir bem nas roupas. Para esses casos, é possível realizar uma mamoplastia redutora.

Assim, a cirurgia plástica vai proporcionar que cada mulher tenha o que é considerado o tamanho ideal para si.

Conclusão

Independentemente do tamanho de seios que a mulher considere ideal para si, o importante é fazer uma consulta com um bom profissional, que tenha expertise, inspire confiança e seja afiliado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Na consulta, o cirurgião irá avaliar o biotipo da paciente, qualidade da pele e contabilizar outras medidas corporais que vão ajudar a encontrar o tamanho de prótese de silicone que seja harmônico para a silhueta da mulher.

Mas um conselho é que as pacientes encontrem o tamanho de mamas femininas que sejam satisfatórias para si, e não para atender desejos de parceiros ou da sociedade. Olhar no espelho e se sentir feliz é que é importante!

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Lipo HD realmente compensa?

Lipo HD realmente compensa?

A lipo HD (High Definition ou alta definição) é um procedimento que tem sido muito frequente entre diversos famosos. 

Entenda nesse texto se você tem biotipo apropriado para se submeter a essa cirurgia, quais podem ser os resultados e riscos desse procedimento estético.

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Hormônios para aumentar os seios: é armadilha ou verdade?

Hormônios para aumentar os seios: é armadilha ou verdade?

Nas pesquisas da internet, as pessoas encontram soluções para tudo. Para as mulheres que querem promover um aumento de volume mamário existe até a promessa de hormônios para aumentar os seios. Será que isso é possível?

Esclareça suas dúvidas sobre hormônio para crescimento seios neste post.

É possível usar hormônios para aumentar os seios?

O tamanho dos seios será determinado por questões genéticas, mas outros fatores podem interferir no volume mamário ao longo da vida, por exemplo: quando a pessoa ganha peso ocorre um aumento das mamas porque são formadas também por gorduras.

Em muitos casos, para atingir este objetivo de ter seios maiores, as mulheres realizam uma mamoplastia de aumento, com implante de próteses de silicone. No entanto, muitas não querem passar pela cirurgia e vão buscar outros meios.

É nesta hora que vão encontrar soluções “milagrosas” na internet, não só em anúncios de produtos mas também em textos que oferecem diversas outras soluções de aumento mamário sem a colocação da prótese, como remédios, cremes, exercícios e até massagens específicas.

Outra dessas soluções é a ingestão de hormônios, que são substâncias naturais produzidas pelo próprio corpo e que  permitem o transporte de informações que vão determinar certas funções corporais. Então, muitas mulheres podem pensar: “Por que não usar hormônio feminino para crescer mama?”

Realmente os hormônios têm um efeito no volume dos seios e nas formas femininas, mas será que a mulher vai realmente obter o efeito desejado e é seguro fazer esse tipo de ingestão de medicamento como resposta ao desejo de saber como aumentar os seios sem cirurgia?

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Qual hormônio faz crescer os seios?

Os principais hormônios que podem aumentar as mamas são o estrogênio e a progesterona, que são responsáveis pela manutenção do sistema reprodutor feminino.

Além disso, esses dois hormônios têm fases de alta e de baixa ao longo do ciclo menstrual e também fazem parte sinteticamente dos compostos das pílulas anticoncepcionais. Em geral, quando a pessoa toma contraceptivos percebe um processo discreto de aumento das mamas, mas que tende a passar. 

Por essas características, esses hormônios também são bastante utilizados por transexuais femininas nos processos de transição.

Entenda o que cada um desses hormônios faz:

Estrogênio

É o principal hormônio feminino, que é responsável pelo crescimento das mamas durante a adolescência, mas também atua no tamanho das coxas, músculos e glândulas. 

Progesterona

Esse hormônio tem ação indireta no desempenho sexual feminino, está envolvida no ciclo menstrual e no preparo endometrial. Também tem efeito no amadurecimento da glândula mamária, para prepará-las para a produção do leite materno. 

A testosterona, que muitos associam apenas como hormônio masculino, também tem ação natural no organismo feminino, porém, em menor quantidade,  e vai atuar na saúde sexual da mulher.

Por conta disso, muitas pessoas resolvem fazer uma terapia de reposição hormonal por conta própria e começam a ingerir produtos com esses hormônios para aumentar a mama. Em muitos casos, esses hormônios estão disponíveis em produtos anunciados na internet.

Mas se realmente é só hormônio para crescer seios,  existe algum perigo?

Hormônio para crescer mama: quais os riscos? 

Os hormônios produzidos naturalmente no corpo estão na quantidade certa para atuar de forma a produzir as funções corporais. Em algumas épocas da vida, também ficam em baixa e podem acionar a necessidade de uma terapia de reposição, especialmente na fase da menopausa.

Para as questões corretas, a reposição hormonal pode ter efeito preventivo e curativo de alguns sintomas.

No entanto, quando a pessoa busca um médico para realizar exames e checar a dosagem baixa de hormônio, o profissional irá indicar essas substâncias na quantidade adequada para produzir a reposição de forma sintética e não colocar a saúde em risco. Saiba o que pode ocorrer com o uso incorreto:

Alteração de formas corporais

É importante saber que quando a substância não está em níveis baixos e alguém toma  hormônio para crescer os seios de forma indiscriminada, a ação não será apenas na região das mamas, mas no corpo inteiro. Portanto, poderá promover alteração também em outras formas do corpo, com redistribuição de gordura em áreas como o quadril e as nádegas.

Câncer e trombose

Outro risco bastante importante é que a ingestão desses hormônios também já foram associados em muitos estudos com um aumento da probabilidade de câncer de endométrio e de mama. Além disso, também apresentam  sérios riscos de trombose.

Reações adversas

Quando esses hormônios estão em níveis desequilibrados no corpo feminino também pode promover sintomas como: congestão mamária, sensibilidade, inchaço e dor nos seios, retenção de líquidos, cólicas, cistos de ovário, irregularidade menstrual, aumento de peso, dores de cabeça, etc.

Por isso, não é indicado começar a tomar hormônio feminino para aumentar os seios sem um acompanhamento médico.

Conclusão do cirurgião

Se a intenção da mulher é produzir um aumento das mamas, é preciso uma avaliação muito aprofundada dos métodos que vai usar para realizar esse desejo. No caso dos hormônios para aumentar os seios, não há um controle do tamanho certo que as mamas irão ficar. Por exemplo, ao usar contraceptivos ou outros produtos que contenham essas substâncias, os resultados podem ser temporários e a mulher não terá controle sobre isso, além de ficar sujeita aos riscos já citados.

O único método efetivo para que a mulher saiba exatamente qual será o nível de aumento da sua mama é a prótese de silicone. Atualmente, essa é uma cirurgia muito segura, com técnicas modernas e controladas, e que vai trazer exatamente o volume sonhado pela mulher.

O principal é buscar um cirurgião plástico experiente, de confiança e que seja associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Esse profissional vai esclarecer todas as dúvidas, apresentar todas as possibilidade de tamanho, tipos de próteses, perfis, técnicas e todos os cuidados pré e pós-operatórios.

Saiba mais sobre mamoplastia:

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Contratura capsular: entenda o que é e como tratar

Contratura capsular: entenda o que é e como tratar

A contratura capsular é uma complicação mais rara que pode ocorrer anos após a colocação de uma prótese de silicone.

Veja neste post o que é esse problema, como identificar os sintomas e como tratar essa condição.

O que é contratura capsular?

Quando qualquer tipo de prótese de silicone é implantada, o corpo cria uma cápsula de tecido cicatricial ao redor do implante, como uma espécie de defesa do corpo estranho. Esse é um processo natural do sistema imunológico e ocorre em toda mamoplastia de aumento.

Na maioria das vezes, esse tecido permanece macio ao redor da prótese mamária, porém, em alguns casos, começa a ficar excessivamente firme e vai apertando o implante.

Esse processo pode começar alguns meses após a colocação da prótese mamária, mas também pode se manifestar anos depois da cirurgia. Em geral, esse espessamento da cápsula atinge uma das mamas, porém, em casos mais raros, pode atingir também as duas de uma vez.

Essa complicação pode atingir de 1% a 20% das mulheres que fizeram cirurgias de aumento de mama com os vários tipos de prótese de silicone pela primeira vez em um período de 10 anos.

Contratura capsular na mamoplastia: causas

Nem sempre há uma causa específica e conhecida para que as mulheres sejam acometidas por essa complicação da cirurgia estética, mas, alguns fatores de risco são:

  • Infecções bacterianas;
  • Traumas com rupturas na próteses na mama;
  • Distúrbios autoimunes;
  • Complicações pós-operatórias;
  • Prótese antigas que perderam as propriedades ou qualidade do material da prótese;
  • Realização de radioterapias, em casos de cirurgias de reconstrução devido a uma mastectomia.

Em geral, a contratura capsular após radioterapia pode ocorrer porque esse procedimento provoca alterações na mama reconstruída, que podem ser também a disfunção cicatricial e de pigmentação cutânea, além de atrofia do tecido subcutâneo e fibrose da pele.

Embora, na maioria das vezes, a perícia do médico não seja a causa de uma deflagração de contratura capsular de mama, alguns casos podem ser provocados sim por erros cirúrgicos, por exemplo, quando o médico aceita colocar uma prótese muito grande, sem que a paciente tenha um biotipo favorável para isso.

Quais os sintomas de contratura capsular?

Quando a mulher está com uma contratura capsular, os sintomas são um tanto desconfortáveis. Ela vai sentir:

  • Aumento da firmeza em torno da mama;
  • Distorção no formato da mama;
  • Dor crônica na mama;
  • Assimetria dos seios;
  • Seio em formato de bola.

Graus de contratura capsular 

Grau 1: consistência da mama ainda é macia, como se não tivesse sido operada;

Grau 2: mama um pouco mais firme e com prótese palpável;

Grau 3: mama bem firme, prótese palpável e visível com início de dores;

Grau 4: mama bastante dura, dolorida e disforme.

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Como evitar contratura capsular?

Para evitar a contratura capsular, as medidas profiláticas devem ocorrer desde o momento da cirurgia, com adoção de técnicas cirúrgicas que levem a menos traumas e sangramentos

Logo no pós-operatório, os cuidados devem continuar visando conter qualquer tipo de infecção em torno dos implantes e também o acúmulo de sangue.

É preciso lembrar que nos primeiros três meses após a cirurgia, há naturalmente um aumento da circulação sanguínea em torno da área operada visando facilitar a cicatrização dos tecidos. Por isso, a paciente deve utilizar antibióticos e anti-inflamatórios para evitar as infecções após a cirurgia, e fazer uso de drenos, por alguns dias, para remoção de sangue e fluidos.

Outra atitude importante é realizar as drenagens linfáticas solicitadas pelo médico para evitar o acúmulo de líquidos, que vão levar aos inchaços da mama. Além disso, algumas mulheres também aprendem a realizar massagens diárias nas mamas durante alguns meses após a cirurgia do implante para tentar evitar a contratura capsular.

Porém, a intensidade dessa massagem (mais suave ou vigorosa) depende do que foi prescrito pelo médico.

Segundo o estudo “Prevenção e Tratamento da Contratura Capsular”, publicado na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, o uso de próteses texturizadas (ao invés de lisas) e administração de vitamina E5 no pós-cirúrgico também são pontos destacados para evitar o espessamento do encapsulamento da prótese mamária.

Pós-cirurgia

A mulher também deve seguir as recomendações do cirurgião no período de recuperação da cirurgia, para não causar sobrecargas no local do procedimento, evitando movimentos bruscos dos braços, carregar pesos ou praticar atividades físicas por um certo período.

É importante também que a paciente faça o acompanhamento das condições de suas próteses por meio de exames de ressonância magnética periodicamente, que pode indicar quando uma contratura capsular dos implantes mamários começa a se desenvolver. Portanto, uma ida anual ao cirurgião plástico é a conduta mais indicada.

Tratamento da contratura capsular

O médico pode diagnosticar a contratura capsular da mama por meio de exames clínicos, porém, a solicitação de exames de imagem vão demonstrar o grau da contratura, como tomografias e ressonâncias magnéticas.

Quando esse problema figura em graus mais leves (1 e 2) podem ser adotadas medidas não invasivas para frear a evolução do encapsulamento, como massagens para contratura capsular ou uso de medicamentos.

Mas quando o problema atinge os graus mais graves (3 e 4) com deslocamento do implante, deformidades, ruptura do implante e frequência nas dores, a única solução é o explante do silicone mamário e a realização de uma cirurgia de contratura capsular, com retirada total (capsulectomia) ou parcial da cápsula, que pode ser realizada com incisões para relaxar o tecido (capsulotomia) ou até a troca da localização da prótese de lugar, que poderá ter sido implantada na região subglandular ou submuscular.

Em qualquer um dos casos é necessária a troca da prótese de silicone, não sendo possível reaproveitar a mesma.

Quando esse problema provoca a ruptura da prótese, exigindo uma cirurgia reparadora, a contratura capsular tem cobertura pelo plano de saúde, mesmo que tenha sido motivada por questões estéticas inicialmente.

Conclusão

Não existe uma maneira de saber exatamente se uma mulher vai sofrer uma contratura capsular após o implante de silicone, portanto, essas medidas preventivas são o que há de mais seguro para tentar evitar o problema.

No entanto, outra dica importante é que a paciente seja cuidadosa desde o início de seu processo de escolha do cirurgião. Para tanto, deve buscar um profissional que seja confiável, tenha muita perícia e seja também filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. 

Esse é um ponto importante que pode evitar esse risco, porque os erros cirúrgicos também são a causa que deflagra uma contratura na prótese de silicone.

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Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in Todos