DR. RODOLFO OLIVEIRA

Retirada de prótese de silicone: quando precisar ser feita?

Retirada de prótese de silicone: quando precisar ser feita?

A retirada de prótese de silicone é um procedimento estético que vem sendo realizado com mais frequência não só no Brasil, como no mundo. Dados da American Society of Plastic Surgeons houve um aumento de 15% neste tipo de cirurgia nos EUA.

Leia neste post, quais motivos levam uma mulher a fazer a retirada da prótese de silicone. Também entenda mais sobre a prótese no vídeo abaixo:

Retirada de prótese de silicone: antes e depois

É verdade que ter seios bonitos é uma aspiração da maioria das mulheres, por isso, muitas vezes elas querem aumentar o volume para atingir um padrão de beleza aceitável para elas por meio de uma mamoplastia.

Em muitos casos, é evidente que a prótese de silicone entra como um poderoso recurso para o ganho de autoestima, mas seja por motivações pessoais ou pelo surgimento de certos problemas de saúde, o contrário também pode ocorrer e as mulheres vão optar por uma retirada de prótese de silicone.

Alguns motivos vão inspirar essa retirada de silicone, como alterações de peso seguido de alteração no tamanho da mama, inclusive, devido à menopausa; resultados insatisfatórios e a realização de múltiplas cirurgias de revisão. Mas há outros casos que também motivam a retirada do silicone:

1 – Mudança nos padrões pessoais

Muitas mulheres colocaram prótese de silicone em um momento no qual ter seios mais volumosos foi visto como um ideal de padrão de beleza. Porém, em certa fase da vida, podem não considerar os seios fartos como o melhor para si.

Além disso, devido ao movimento de empoderamento feminino muitas mulheres vêm optando por uma aceitação do corpo da forma natural que ele é, o que explica também o crescimento da procura pelos procedimentos de retirada de prótese de silicone.

Diversas famosas já encabeçaram essa retomada por formas mais naturais, como Victoria Beckham e Scarlett Johansson.

2 – Contratura capsular

A contratura capsular é um processo de encapsulamento da prótese de silicone. Esse problema pode ocorrer de 1% a 20% dos casos de implante de silicone em um período de 10 anos.

Quando ocorre esse processo, as mulheres podem sentir endurecimento da mama, dores, desconfortos e até perceber alterações na estética do seio.

Quando isso acontece, de acordo com o grau de encapsulamento, será necessária uma cirurgia para retirar prótese de silicone. De acordo com a decisão da paciente, pode ser colocada uma nova prótese.

3 – Rompimento da prótese

A mulher também poderá necessitar de uma retirada da prótese de silicone quando houver um rompimento. Essas fissuras na prótese podem levar a algum grau de inflamação ao redor dos tecidos.

Esse problema é raro, mas pode acontecer em casos de acidentes graves, quedas de alto impacto na região torácica ou até mesmo em golpes sofridos nos seios em práticas esportivas como lutas.

3 – Doenças ligada ao silicone e alergias

A ocorrência de células anaplásicas na cápsula da prótese também podem levar uma paciente a retirar a prótese de silicone porque terá desenvolvido um linfoma anaplásico, que é um tipo de Linfoma não-Hodgkin muito raro.

Ocorre devido a uma multiplicação anormal de linfócitos T ativados. Pode ocorrer em um período que varia de 1 ano até 10 anos após o implante de silicone, e em muitos casos se manifesta na cicatriz adjacente à prótese. Ao ser detectado, o tratamento pode ser feito após retirada da prótese.

Reações alérgicas como problemas de pele ou problemas reumatológicos também podem ser motivos para uma retirada de prótese de silicone.

ebook protese de silicone

Como é realizada a cirurgia da retirada da prótese de silicone?

A cirurgia para explante da mama tem duração de cerca de 90 minutos, mas pode durar mais se forem necessários procedimentos combinados, como colocação de uma nova prótese ou realização de mastopexia. 

Na maioria dos casos, a cirurgia de retirada de protese de silicone será realizada a partir da mesma cicatriz da mamoplastia de aumento

Quando não se trata de um caso de troca de prótese, em algumas cirurgias, é realizada a retirada de pele e prótese de silicone e também pode ser corrigida uma possível flacidez. 

Para preencher o volume da mama de quem não quer recolocar a prótese de silicone com retirada de pele, também pode ser realizado um enxerto com gordura do próprio corpo da paciente.

Quanto custa para retirar a prótese de silicone? 

Muitas mulheres podem pensar que a retirada terá um custo muito menor, porém, devido à toda infraestrutura e expertise médica necessária para o procedimento, preço para retirar prótese de silicone  pode equivaler ao da cirurgia de implante. Em média, pode ter valores por volta de R$12 mil.

Em casos de rompimento da prótese, o plano de saúde cobre retirada de protese de silicone porque é considerada uma cirurgia reparadora.

Conclusão

Caso seja um problema relacionado à saúde, a retirada de prótese de silicone deve ser uma decisão que não deve ser adiada. Com a devida orientação médica, a paciente terá suas dúvidas esclarecidas se pode ou não colocar a prótese novamente.

Mas em casos relacionados às decisões pessoais, assim como fazer a cirurgia de implante de silicone, a retirada deve ser uma atitude que vai fazer a mulher agradar a si mesma para ganho de satisfação e autoconfiança.

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Lipoescultura: tudo o que você precisar saber

Lipoescultura: tudo o que você precisar saber

A lipoescultura é um procedimento que pode trazer uma grande satisfação para pessoas que estão querendo transformar os seus contornos corporais.

Leia este post até o final para entender o que é a lipoescultura, em quais partes do corpo pode ser feita e quem pode fazer.

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Lipoaspiração: tudo o que você ainda não sabe sobre o procedimento

Lipoaspiração: tudo o que você ainda não sabe sobre o procedimento

Se quer retirar gorduras de locais específicos do seu  corpo para ter uma silhueta mais definida e harmônica, muito provavelmente a lipoaspiração é o procedimento estético correto para você.

Leia esse post para entender quando é indicada a lipoaspiração, antes e depois do procedimento, riscos e quem deve buscar esse método.

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Cirurgia plástica na barriga: 7 tipos para corrigir imperfeições

Cirurgia plástica na barriga: 7 tipos para corrigir imperfeições

A cirurgia plástica na barriga é a maneira que muitos pacientes encontram de se livrar de imperfeições e excessos que não são passíveis de mudança apenas com cremes, dietas ou atividades físicas.

Fizemos um  post para que você conheça quais os tipos de cirurgia plástica que podem ajudar homens e mulheres a terem belos contornos no abdômen.

Cirurgia plástica na barriga: antes e depois  

As mudanças estéticas que podem inspirar ao desejo de uma cirurgia plástica na barriga podem ser  motivadas por diversos fatores:  ganho de peso,  mudanças nos contornos do abdômen depois de uma ou mais gestações, emagrecimento intenso   que provoca sobras de pele  ou mesmo envelhecimento natural. 

Além disso, em muitos casos, as pessoas não conseguem atingir o abdômen sonhado nem mesmo com dietas ou práticas físicas intensas.

Mas não importam as causas, o fato é que existem soluções para todos esses problemas. E  verdade seja dita: quem não gostaria de se olhar no espelho e ver uma barriguinha definida e firme?

Assim como quem busca uma mamoplastia redutora ou de aumento, fazer cirurgias plásticas na barriga visa basicamente ter uma silhueta mais harmônica. 

Com as mais modernas técnicas estéticas cirúrgicas, atualmente é possível atender ao desejo de qualquer paciente nesse sentido, basta saber qual é exatamente o objetivo: retirada de excesso de pele,  eliminação de gordurinhas ou aparência mais lisinha e reta.

Vamos conhecer alguns procedimentos que,  em  alguns  casos,  serão  realizados de forma  associada, e vão garantir contornos mais simétricos  e  atrativos para um abdômen:

Lipoaspiração

Esse é o procedimento para se livrar  daquelas gordurinhas localizadas resistentes  que não são eliminadas nem mesmo com  dietas rígidas ou exercícios intensos. Como é  um procedimento que é passível de ser  realizado em várias partes do corpo,  pode ser combinada também quando a paciente  vai realizar uma mamoplastia redutora. Na barriga, podem ser retiradas gorduras acima e abaixo do umbigo e  nas laterais.

Nesta cirurgia plástica na barriga, são inseridas cânulas através de pequenas incisões no abdômen. Esses tubos são conectados a uma mangueira que produz vácuo para sugar as gorduras.

Para  realizar esse procedimento, é indicado que o (a)  paciente tenha pele  firme  e  esteja  próximo do seu  peso ideal.

O  procedimento dura cerca de 2 horas e a recuperação ocorre  em  cerca de  1 a 2  meses. 

Vale lembrar que a lipoaspiração não tem a finalidade de emagrecer o(a)  paciente, mas sim retirar gorduras localizadas.

Outro aviso importante é que pacientes que tenham doenças no sistema circulatório, patologias cardíacas,  diabetes ou problemas  no sistema imunológico, devem evitar o procedimento.

Vibrolipoaspiração

Essa cirurgia para barriga vai melhorar a silhueta com  a técnica  de sucção de gordura associada à rotação automática de cânulas para diminuir a agressão aos tecidos.

No procedimento é utilizado um aparelho que gera uma vibração na ponta das cânulas e permite que os resultados sejam efetivos igualmente à lipoaspiração tradicional.

É indicado para pacientes com leve sobrepeso e gorduras localizadas.

Lipoescultura

Muitas vezes, a lipoescultura é conhecida como lipoenxertia, que é quando  as gorduras retiradas da barriga na lipoaspiração são inseridas em outra área do corpo, para dar mais volume, por  exemplo, como as nádegas,  coxas ou mamas.

Esses resultados serão mais visíveis em 30 a  45 dias porque uma parte da gordura transferida pode ser absorvida pelo organismo.  

Miniabdominoplastia: cicatriz menor Cicatrizes são inevitáveis em cirurgias plásticas, por exemplo, quem faz uma cirurgia  mamoplastia redutora nos seios terá uma cicatriz de mamoplastia. No entanto, no caso da miniabdominoplastia, o corte será um pouco maior do que o tamanho da incisão da cesárea e menor do que na cirurgia clássica de abdominoplastia. Além da cicatriz dessa plástica na barriga ser menor, outra diferença importante em relação ao procedimento tradicional é a ausência de cicatriz ao redor do umbigo, porque, neste caso, a  pele só é levantada para expor a musculatura abdominal até o umbigo e o descolamento da pele é realizado em túnel, ao redor dos músculos retoabdominais. O umbigo ficará preso na pele, mas cortado em sua base na parede abdominal.  À medida que a pele for puxada para baixo, o umbigo vem junto, o que representa uma mudança muito pequena em sua altura em relação ao espaço que ocupava antes na barriga. Na abdominoplastia padrão, há um corte em torno do umbigo, porque há o descolamento total da pele para expor toda a musculatura abdominal, inclusive da região do umbigo. Miniabdominoplastia estendida No entanto, há também uma versão estendida da miniabdominoplastia, que faz a ressecção de pele nas laterais da região da barriga, não somente na parte central, então a cicatriz vai se estender até os flancos. Essa incisão maior é necessária para poder tracionar uma quantidade maior de pele. Nesta abdominoplastia mini estendida, também é possível fazer um descolamento da musculatura superior do abdômen, até próximo aos seios para fazer a costura de toda a musculatura do retoabdominal, que é a região conhecida como tanquinho. A abdominoplastia estendida pode ser indicada para pacientes que já realizaram uma abdominoplastia, mas continuaram com excesso de pele nas laterais ou por ter engordado ou até mesmo passado por uma gestação.  Outro caso indicado para miniabdominoplastia é quando a paciente teve uma gravidez de gêmeos ou duas gestações, por exemplo, mas não ficou com flacidez para realizar uma abdominoplastia tradicional, mas também não são adequadas para uma miniabdominoplastia simples devido ao excesso de pele nas laterais. Nesta miniabdominoplastia o antes e depois terá uma diferença básica na cicatriz, que vai ficar bem mais baixa e também não terá incisões em torno do umbigo. 

Abdominoplastia tradicional

Na abdominoplastia tradicional, o cirurgião vai realizar a retirada do excesso de pele, correção da flacidez,  fortalecimento do tecido conjuntivo enfraquecido no abdômen. Pode ser  realizado combinação com a lipoaspiração para retirada  de gorduras localizadas.

É indicada para  pacientes que estão com grande afastamento dos músculos abdominais.

Na  abdominoplastia tradicional é realizada uma incisão de um osso o outro do quadril para retirar toda a flacidez e gordura de todo o abdômen.

Abdominoplastia completa

Envolve a retirada de gordura, tecido e pele também na mesma região da cirurgia clássica, porém, o alcance do procedimento será estendido para os excessos localizados na lombar e quadris, portanto, a incisão será maior.

Abdominoplastia em âncora

É um tipo de  cirurgia que faz a retirada de pele e gordura também no sentido vertical, além do sentido horizontal, para  pessoas que sofreram  um grande emagrecimento,  como nos casos de cirurgias bariátricas.

Miniabdominoplastia

A miniabdominoplastia é uma cirurgia na barriga indicada para  eliminação da  flacidez leve na região suprapúbica ou abaixo do umbigo. Em geral, quem recebe indicação são pacientes magras, que sofreram uma distensão da pele após uma gravidez ou devido ao envelhecimento.

É uma procedimento de proporções  menores, com tempo da cirurgia menor e o período de recuperação também.

A indicação dessa cirurgia na barriga acontece quando as pacientes têm pouca flacidez na barriga,  a flacidez  está concentrada abaixo do umbigo e no abdômen superior ter muito há pouca ou praticamente nenhuma flacidez.

Cuidados gerais para todos os tipos de cirurgia na barriga

Recorrer à cirurgia plástica para ganhar autoestima e corrigir imperfeições é uma iniciativa recorrente a cada vez  mais pessoas. Para se ter ideia, o Brasil é o  segundo país onde mais são realizadas cirurgias estéticas, perdendo apenas para os Estados Unidos .

Porém, os pacientes precisam  entender que para ter bons resultados, precisam seguir as orientações médicas tanto no pré como no pós-operatório.

No pré-operatório, os pacientes precisam ser bastante honestos em relação ao  seu estado de saúde,  histórico clínico e até tipos de medicações que costumam fazer  uso frequentemente. 

A orientação geral é que os  pacientes estejam em um bom estado de saúde antes de fazer esse tipo de cirurgia. Para confirmar esse diagnóstico,  vários exames serão solicitados.

No pós-operatório, é indicado realizar sessões de drenagem linfática e usar cinta, inclusive para dormir, para ajudar  na recuperação. Além disso, também é indicado fazer  caminhadas leves, retirar pontos no tempo solicitado pelo cirurgião e evitar dormir sobre o  local da cirurgia.

Além disso, investir em uma alimentação saudável também pode contribuir para a  recuperação.

Quanto custa uma cirurgia plástica na barriga?

Quando a pergunta é qual o valor de uma cirurgia plástica na barriga,  a resposta  será sempre de valores aproximados,  porque depende de vários fatores, como:

  • Qual a técnica utilizada?
  • Qual a extensão da área que vai passar pelo procedimento?
  • Quais os valores da equipe médica?
  • Em qual hospital a cirurgia será realizada?
  • Há alguma cobertura  do plano de saúde em algum item dos cuidados necessários,  por exemplo,  a internação?

O valor da cirurgia plástica na barriga, tanto a abdominoplastia como a lipoaspiração, poderá ficar em torno de R$ 20 mil. Porém, é preciso lembrar que são apenas valores gerais de referência.  

Antes de mais nada, é preciso buscar uma consulta com um cirurgião experiente, de sua confiança e filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, para esclarecer suas dúvidas e realizar uma tomada confiante de decisão.

Em relação aos valores, atualmente,  existem diversas formas de obter financiamento para esses procedimentos estéticos,  até mesmo linhas de crédito bancárias.

Saiba mais:

ebook protese de silicone
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Seios com silicone podem agradar todos os gostos

Seios com silicone podem agradar todos os gostos

Os seios com silicone muito marcados do passado poderiam não agradar todas as mulheres, mas as próteses atuais permitem formatos cada vez mais parecidos com o natural do corpo feminino.

Veja nesse post, como colocar silicone nos seios pode alegrar as mulheres de variadas preferências.

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Miniabdominoplastia: entenda se você  pode fazer

Miniabdominoplastia: entenda se você pode fazer

As técnicas de cirurgia plástica evoluem constantemente, entre esses avanços, uma cirurgia  importante é a miniabdominoplastia.

Leia neste post como é miniabdominoplastia e quem pode se submeter ao procedimento.

Como é feita a miniabdominoplastia?

A miniabdominoplastia é uma cirurgia na barriga indicada para  eliminação da  flacidez leve na região suprapúbica ou abaixo do umbigo. Em geral, quem recebe indicação são pacientes magras, mas que sofreram uma distensão da pele após uma gravidez ou devido ao envelhecimento.

Pode ser chamada de uma versão reduzida da abdominoplastia porque vai atingir uma área menor, com uma retirada de pele pequena, o que vai resultar  em uma cicatriz também menor em relação ao procedimento tradicional

A abdominoplastia tradicional vai promover um corte de um osso ao outro do quadril para retirar toda a flacidez e gordura de todo o abdômen.

Com a técnica da miniabdominoplastia, o cirurgião vai acessar os músculos centrais do abdômen, fazer uma sutura contínua no local para promover uma melhor contração e tornar a região suprapúbica mais retinha e delineada.

Uma miniabdominoplastia com lipo poderá também ser indicada para retirada de excessos de gordura para resultados mais efetivos.

Quando a miniabdominoplastia vale a pena?

Para ser candidata a uma miniabdominoplastia, a indicação deve ser precisa e a paciente precisa cumprir alguns pré-requisitos: ter pouca flacidez na barriga,  essa pele flácida deve estar concentrada abaixo do umbigo e no abdômen superior ter muito pouca ou praticamente nenhuma flacidez.

Essas podem ser características de mulheres que tiveram um certa distensão na barriga após a gravidez, porém, mantiveram um ritmo de exercícios físicos que, de certa forma, preservaram os contornos abdominais.

Essa é uma diferença entre miniabdominoplastia e abdominoplastia. A segunda opção será indicada para pacientes mais sedentárias, que não são adeptas de exercícios físicos, nas quais a flacidez poderá ser bem mais acentuada.

 Para ser candidata a uma miniabdominoplastia, a indicação deve ser precisa e a paciente precisa cumprir alguns pré-requisitos: ter pouca flacidez na barriga, essa pele flácida deve estar concentrada abaixo do umbigo e no abdômen superior ter muito pouca ou praticamente nenhuma flacidez. Essas podem ser características de mulheres que tiveram um certa distensão na barriga após a gravidez, porém, mantiveram um ritmo de exercícios físicos que, de certa forma, preservaram os contornos abdominais. Essa é uma diferença entre miniabdominoplastia e abdominoplastia. A segunda opção será indicada para pacientes mais sedentárias, que não são adeptas de exercícios físicos, nas quais a flacidez poderá ser bem mais acentuada.

 

Miniabdominoplastia: cicatriz menor

Cicatrizes são inevitáveis em cirurgias plásticas, por exemplo, quem faz uma cirurgia  mamoplastia redutora nos seios terá uma cicatriz de mamoplastia. No entanto, no caso da miniabdominoplastia, o corte será um pouco maior do que o tamanho da incisão da cesárea e menor do que na cirurgia clássica de abdominoplastia.

Além da cicatriz dessa plástica na barriga ser menor, outra diferença importante em relação ao procedimento tradicional é a ausência de cicatriz ao redor do umbigo, porque, neste caso, a  pele só é levantada para expor a musculatura abdominal até o umbigo e o descolamento da pele é realizado em túnel, ao redor dos músculos retoabdominais. O umbigo ficará preso na pele, mas cortado em sua base na parede abdominal. 

À medida que a pele for puxada para baixo, o umbigo vem junto, o que representa uma mudança muito pequena em sua altura em relação ao espaço que ocupava antes na barriga.

Na abdominoplastia padrão, há um corte em torno do umbigo, porque há o descolamento total da pele para expor toda a musculatura abdominal, inclusive da região do umbigo.

Miniabdominoplastia estendida

No entanto, há também uma versão estendida da miniabdominoplastia, que faz a ressecção de pele nas laterais da região da barriga, não somente na parte central, então a cicatriz vai se estender até os flancos. Essa incisão maior é necessária para poder tracionar uma quantidade maior de pele.

Nesta abdominoplastia mini estendida, também é possível fazer um descolamento da musculatura superior do abdômen, até próximo aos seios para fazer a costura de toda a musculatura do retoabdominal, que é a região conhecida como tanquinho.

A abdominoplastia estendida pode ser indicada para pacientes que já realizaram uma abdominoplastia, mas continuaram com excesso de pele nas laterais ou por ter engordado ou até mesmo passado por uma gestação. 

Outro caso indicado para miniabdominoplastia é quando a paciente teve uma gravidez de gêmeos ou duas gestações, por exemplo, mas não ficou com flacidez para realizar uma abdominoplastia tradicional, mas também não são adequadas para uma miniabdominoplastia simples devido ao excesso de pele nas laterais.

Nesta miniabdominoplastia o antes e depois terá uma diferença básica na cicatriz, que vai ficar bem mais baixa e também não terá incisões em torno do umbigo. 

Miniabdominoplastia: cicatriz menor  Cicatrizes são inevitáveis em cirurgias plásticas, por exemplo, quem faz uma cirurgia  mamoplastia redutora nos seios terá uma cicatriz de mamoplastia. No entanto, no caso da miniabdominoplastia, o corte será um pouco maior do que o tamanho da incisão da cesárea e menor do que na cirurgia clássica de abdominoplastia.  Além da cicatriz dessa plástica na barriga ser menor, outra diferença importante em relação ao procedimento tradicional é a ausência de cicatriz ao redor do umbigo, porque, neste caso, a  pele só é levantada para expor a musculatura abdominal até o umbigo e o descolamento da pele é realizado em túnel, ao redor dos músculos retoabdominais. O umbigo ficará preso na pele, mas cortado em sua base na parede abdominal.   À medida que a pele for puxada para baixo, o umbigo vem junto, o que representa uma mudança muito pequena em sua altura em relação ao espaço que ocupava antes na barriga.  Na abdominoplastia padrão, há um corte em torno do umbigo, porque há o descolamento total da pele para expor toda a musculatura abdominal, inclusive da região do umbigo.  Miniabdominoplastia estendida  No entanto, há também uma versão estendida da miniabdominoplastia, que faz a ressecção de pele nas laterais da região da barriga, não somente na parte central, então a cicatriz vai se estender até os flancos. Essa incisão maior é necessária para poder tracionar uma quantidade maior de pele.  Nesta abdominoplastia mini estendida, também é possível fazer um descolamento da musculatura superior do abdômen, até próximo aos seios para fazer a costura de toda a musculatura do retoabdominal, que é a região conhecida como tanquinho.  A abdominoplastia estendida pode ser indicada para pacientes que já realizaram uma abdominoplastia, mas continuaram com excesso de pele nas laterais ou por ter engordado ou até mesmo passado por uma gestação.   Outro caso indicado para miniabdominoplastia é quando a paciente teve uma gravidez de gêmeos ou duas gestações, por exemplo, mas não ficou com flacidez para realizar uma abdominoplastia tradicional, mas também não são adequadas para uma miniabdominoplastia simples devido ao excesso de pele nas laterais.  Nesta miniabdominoplastia o antes e depois terá uma diferença básica na cicatriz, que vai ficar bem mais baixa e também não terá incisões em torno do umbigo. 

Cirurgião vai avaliar o procedimento mais indicado

Assim como na abdominoplastia, o cirurgião vai realizar uma avaliação física e fazer todos os testes necessários para indicar o melhor procedimento. Também serão indicados todos os exames laboratoriais para atestar a boa saúde da paciente para a cirurgia.

O médico também vai abordar sobre os riscos que ocorrem todas as cirurgias como infecções, hematomas e até uma cicatriz tardia, além de uma possibilidade de queloide em pacientes que têm essa propensão. Outro efeito colateral poderá ser uma dormência na região, que será eliminada com o tempo.

Antes da cirurgia será recomendado que os pacientes não bebam, fumem ou consumam medicamentos que possam estimular o sangramento.

A cirurgia será realizada em ambiente hospitalar, com anestesia peridural ou raquidiana com sedação ou anestesia geral. O procedimento pode durar de 1 a 3 horas.

O tempo de internação para esse tipo de cirurgia também costuma ser mais rápido, em torno de 12 horas.

Pós-operatório da miniabdominoplastia 

Na miniabdominoplastia, com diástase corrigida, o pós-operatório tende a ser bem tranquilo. Muitos pacientes não relatam dores, porém, o cirurgião costuma indicar analgésicos para eliminar qualquer desconforto.

Assim como no procedimento clássico, serão indicadas sessões de drenagem linfática para eliminar líquidos. Ao menos, 10 sessões devem ser cumpridas.

Além disso, o uso da cinta também é imprescindível durante 30 dias, assim como será indicado não fazer esforços ou pegar pesos por 30 dias, não voltar às atividades físicas ou se expor ao sol sem indicação médica.

Conclusão:  antes e depois da miniabdominoplastia 

Na miniabdominoplastia, antes e depois terá uma linha divisória muito perceptível. Se aquela barriguinha mais projetada incomodava antes da cirurgia, a paciente vai perceber que depois do procedimento terá ganhado contornos muito mais retilíneos e atraentes. 

Essa percepção poderá resultar em uma autoestima mais elevada e confiança para colocar certos tipos de roupa, sem a necessidade de ficar se policiando para tentar encolher a barriga toda hora. 

Esse é um efeito da cirurgia plástica, proporcionar uma melhor imagem sobre si mesmo, não importa se é para quem está buscando tipos de prótese de silicone para o seios ou se é uma correção do abdômen. Porém, vale alertar que toda cirurgia de efeito estético deve resultar de uma decisão bem pensada, que seja fruto da vontade do paciente de agradar a si mesmo, e não aos outros ou padrões sociais.

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Como aumentar os seios: 7 mitos e verdades

Como aumentar os seios: 7 mitos e verdades

Como aumentar os seios é uma dúvida que grande parte das mulheres têm. Considerando que a mamoplastia de aumento é a cirurgia plástica mais realizada no Brasil, de acordo com estudo divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética,  muitas pacientes resolvem essa questão optando por esse procedimento cirúrgico estético.

Porém, uma parcela das mulheres busca como aumentar os seios naturalmente,  sem cirurgia ou sem silicone. Será que os resultados desses métodos são efetivos?

Veja neste post o que é mito e o que é verdade nesta busca por seios mais volumosos e bonitos.

Como fazer os seios crescerem?

Ter seios mais bonitos, com contornos mais harmônicos e coerentes com a própria silhueta, é o desejo de 9 entre 10 mulheres. Em muitos casos, essa aspiração também passa pelo aumento dos seios.

As mulheres que querem um aumento dos seios podem ser motivadas porque perderam os contornos mamários depois de uma gravidez ou amamentação, sofreram uma grande perda de peso ou tiveram problemas com a gravidade durante o processo do envelhecimento.

Além disso, existe o fato que, por questões genéticas, muitas mulheres têm seios pequenos, mas elas desejam ter um volume mais compatível com o padrão de beleza da sociedade. 

Para essas mulheres, entender como aumentar os seios em pouco tempo é uma questão que ganha muito espaço em suas mentes e pode ser uma forma efetiva de buscar mais autoestima e confiança.

No entanto, vale dizer que quem tem os seios caídos não vai ter apenas que aumentá-los com algum dos vários tipos de prótese de silicone, terá também que fazer uma mastopexia, para corrigir a flacidez, elevar e remodelar seios e aréolas.

Saiba mais sobre prótese mamária neste vídeo:

Como aumentar os seios sem cirurgia?

Entre as buscas que as mulheres fazem, além da cirurgia, estão formas para aumentar os seios com exercícios, massagens, alimentação ou cremes. Na internet encontra-se solução para tudo, mas será que isso vai funcionar? Será que tem como aumentar os seios naturalmente? Vamos conferir.

Como fazer aumentar os seios: alimentação Mito  Uma alimentação rica em substâncias fitoestrogênicas, que faz parte de ovos, tomate, linhaça, cenoura, mamão, feijão vermelho e soja já foram apontados como alimentos que podem ajudar a aumentar os seios devido à presença do hormônio em sua composição.  No entanto, não há pesquisas que apontem qual a quantidade a ser consumida ou se há como aumentar os seios com alimentos, especialmente para produzir o volume desejado pelas mulheres.  Como aumentar os seios com exercícios? Mito  Quando certos sites apontam que é possível aumentar os seios com exercícios podem não estar oferecendo a informação de forma correta e completa.  É evidente que a musculatura peitoral pode crescer caso seja estimulada por meio de exercícios, mas  o volume dos seios não é composto desse músculo, mas da glândula mamária, que tem gordura e tecido. Não há exercício que faça essa parte do corpo aumentar.  Como aumentar os seios com massagem e cremes? Mito  Há muitas informações na internet falando sobre a possibilidade de aumento dos seios com massagens com certos cremes e óleos. Não é verdade.   Não há pesquisas que comprovem o funcionamento efetivo deste método para aumento do volume dos seios. Em algumas massagens, os seios podem até ser prejudicados.  Além disso, também são divulgados cremes para aumentar os seios com massagem que não são comprovadamente seguros.  Evidentemente que usar bons cremes hidratantes vai conferir à mulher uma pele mais firme e hidratada, que será necessária se ela optar por fazer uma cirurgia plástica, com implante de prótese de silicone.  No entanto, ainda não há pesquisas que revelem que o uso desses cremes são seguros e efetivos para o aumento dos seios.  Aumentar os seios com hormônios  Verdade em parte  Quando as mulheres tomam anticoncepcionais podem sim comprovar um aumento no volume dos seios devido à presença do estrogênio na composição da medicação.  Na verdade, esse volume  maior será um efeito colateral provocado pelo acúmulo de líquidos, além de que o aumento não deve ser tão expressivo quanto o de uma prótese de silicone.   Além disso, não se deve começar a tomar essas medicações sem autorização médica, muitas mulheres não se adaptam aos anticoncepcionais e poderão ter efeitos colaterais indesejáveis.  Como aumentar o seios: silicone Verdade  Se a mulher quer saber como aumentar os seios em 1 mês, o silicone é uma das respostas corretas. É uma forma segura e rápida para ter seios bonitos, volumosos e harmônicos.  Ao optar pela cirurgia plástica de implante de silicone, ela poderá escolher o volume desejado, perfil da prótese (alto, hiperalto, moderado ou baixo) e tipo de prótese (redonda, anatômica ou cônica).  Para isso, terá que buscar um cirurgião plástico de confiança, associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que tenha experiência.  O profissional irá realizar medições do corpo para explicar à paciente quais os tipos, tamanho e perfis mais adequados, segundo o seu biotipo. Irá solicitar exames para conhecer a saúde da paciente, que deve ser boa; e explicar todos os passos pré-operatórios e pós-operatórios.  O processo todo pode ser bem rápido, das consultas à mesa de cirurgia. Já ao sair do centro cirúrgico, a paciente poderá comprovar o aumento dos seios.

Como fazer aumentar os seios: alimentação

Mito

Uma alimentação rica em substâncias fitoestrogênicas, que faz parte de ovos, tomate, linhaça, cenoura, mamão, feijão vermelho e soja já foram apontados como alimentos que podem ajudar a aumentar os seios devido à presença do hormônio em sua composição.

No entanto, não há pesquisas que apontem qual a quantidade a ser consumida ou se há como aumentar os seios com alimentos, especialmente para produzir o volume desejado pelas mulheres.

Como aumentar os seios com exercícios?

Mito

Quando certos sites apontam que é possível aumentar os seios com exercícios podem não estar oferecendo a informação de forma correta e completa.

É evidente que a musculatura peitoral pode crescer caso seja estimulada por meio de exercícios, mas  o volume dos seios não é composto desse músculo, mas da glândula mamária, que tem gordura e tecido. Não há exercício que faça essa parte do corpo aumentar.

Como aumentar os seios com massagem e cremes?

Mito

Há muitas informações na internet falando sobre a possibilidade de aumento dos seios com massagens com certos cremes e óleos. Não é verdade. 

Não há pesquisas que comprovem o funcionamento efetivo deste método para aumento do volume dos seios. Em algumas massagens, os seios podem até ser prejudicados.

Além disso, também são divulgados cremes para aumentar os seios com massagem que não são comprovadamente seguros.

Evidentemente que usar bons cremes hidratantes vai conferir à mulher uma pele mais firme e hidratada, que será necessária se ela optar por fazer uma cirurgia plástica, com implante de prótese de silicone.

No entanto, ainda não há pesquisas que revelem que o uso desses cremes são seguros e efetivos para o aumento dos seios.

Aumentar os seios com hormônios 

Verdade em parte

Quando as mulheres tomam anticoncepcionais podem sim comprovar um aumento no volume dos seios devido à presença do estrogênio na composição da medicação.

Na verdade, esse volume  maior será um efeito colateral provocado pelo acúmulo de líquidos, além de que o aumento não deve ser tão expressivo quanto o de uma prótese de silicone. 

Além disso, não se deve começar a tomar essas medicações sem autorização médica, muitas mulheres não se adaptam aos anticoncepcionais e poderão ter efeitos colaterais indesejáveis.

Como aumentar o seios: silicone

Verdade

Se a mulher quer saber como aumentar os seios em 1 mês, o silicone é uma das respostas corretas. É uma forma segura e rápida para ter seios bonitos, volumosos e harmônicos.

Ao optar pela cirurgia plástica de implante de silicone, ela poderá escolher o volume desejado, perfil da prótese (alto, hiperalto, moderado ou baixo) e tipo de prótese (redonda, anatômica ou cônica).

Para isso, terá que buscar um cirurgião plástico de confiança, associado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e que tenha experiência.

O profissional irá realizar medições do corpo para explicar à paciente quais os tipos, tamanho e perfis mais adequados, segundo o seu biotipo. Irá solicitar exames para conhecer a saúde da paciente, que deve ser boa; e explicar todos os passos pré-operatórios e pós-operatórios.

O processo todo pode ser bem rápido, das consultas à mesa de cirurgia. Já ao sair do centro cirúrgico, a paciente poderá comprovar o aumento dos seios.

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Tem como aumentar os seios sem silicone?

Verdade

A resposta para quem quer saber como aumentar a gordura da mama pode ser um procedimento cirúrgico conhecido como lipoenxertia.

Com esse procedimento é possível retirar gordura de uma parte do corpo da paciente por meio da lipoaspiração, como abdômen, quadris ou coxas; e transferi-la para outra parte da própria paciente, inclusive para os seios.

Essa é uma forma de aumentar os seios sem silicone, não apresenta riscos de rejeição, porém, como o corpo pode absorver 20% da gordura enxertada, depois de um certo tempo, a paciente poderá ficar com um volume de seios menor do que havia planejado. 

Além disso, esse método não é possível em pessoas muito magras, apenas naquelas que têm acúmulos de gordura.

Aumento de seios com ácido hialurônico

Verdade

Outra técnica para aumentar os seios sem o silicone é com aplicação de ácido hialurônico. Podem ser realizadas aplicações de 80 a 270 ml.

Oferece resultados visíveis já na primeira sessão, que pode ser realizada com anestesia local. No entanto, o resultado não é definitivo, a paciente deverá renovar as aplicações após 1 ou 2 anos, que é o prazo previsto para que os seios voltem a ter o tamanho normal.

Outra desvantagem é que o custo-benefício do procedimento não é mais compensador do que a opção da prótese de silicone, que traz resultados definitivos.

Conclusão

Entre todos esses métodos, o que se percebe é que o implante de silicone é o que trará resultados mais efetivos e definitivos para a paciente no que se refere ao aumento dos seios.

A prótese vai garantir  total escolha do resultado final, firmeza, beleza e volume desejado pela paciente.

Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in Todos
Silicone por cima do músculo: quando é mais indicado?

Silicone por cima do músculo: quando é mais indicado?

Quando uma mulher decide aumentar os seios, uma das questões a resolver com o cirurgião é se vai colocar silicone por cima do músculo peitoral ou abaixo dele.

Neste post entenda quais tópicos precisam ser avaliados para colocar uma prótese de silicone por cima do músculo.

Silicone por cima do músculo: antes e depois

Fazer uma mamoplastia de aumento é um sonho para muitas mulheres que querem recuperar contornos, deixar os seios mais firmes e com um volume mais satisfatório. É uma verdadeira injeção de autoestima.

Entre as muitas decisões que precisam tomar em parceria com o cirurgião plástico, as mulheres devem escolher os tipos de prótese de silicone (divididas em redondas, anatômicas e prótese de silicone cônica), tamanho e perfil.

Dentro dessa lista de decisões, a paciente vai saber que colocar silicone por cima ou por baixo do músculo não vai depender de uma escolha dela, mas sim da avaliação do médico sobre o seu biotipo. 

Por sinal, a estrutura física da mulher é sempre um dos principais parâmetros quando o assunto é prótese mamária.

Serão avaliados tamanho do tórax, tamanho atual das mamas e até se há histórico de câncer de mama na família. Além disso, para saber se essa técnica será possível, o cirurgião vai avaliar também tendências à flacidez, espessura da pele e até a facilidade para o surgimento de estrias.

Afinal, silicone é melhor por cima ou por baixo do músculo? 

Não se trata de melhor ou pior, mas o que é mais indicado em cada caso, por isso, é preciso entender essa diferença entre silicone por baixo ou por cima do músculo. 

O implante colocado por cima do músculo (também conhecido como subglandular), normalmente, é a forma mais utilizada pelos médicos, porque é o plano anatômico natural, onde a mama está. 

Consiste em introduzir a prótese abaixo das glândulas mamárias e acima da musculatura torácica.

Normalmente, esse é o tipo de cirurgia de implante de silicone mais utilizado também porque se adapta bem à maioria dos tipos de corpos. Está indicada para mulheres que têm mais gordura e pele firme o suficiente.  

Nestes casos, o silicone por cima do músculo dará um maior destaque à prótese, deixando os colos bem marcados e decotes que podem ser chamativos.

Diferença do silicone por baixo ou por cima do músculo 

As próteses colocadas abaixo do músculo peitoral são indicadas para mulheres muito magras, que têm pouco volume mamário, pouco tecido na região superior ou medial da mama, portanto,  não têm sobra suficiente de pele para introdução do implante. 

Nestes casos, a prótese fica coberta por uma camada a mais de tecido, o que a deixa mais discreta e com efeito mais natural.

A colocação da prótese abaixo do músculo peitoral também é indicada para mulheres que fizeram mastectomia.

Além disso, em mulheres mais magras, usar o silicone por baixo do músculo, evita o efeito rippling, que é quando a pessoa olha o seio com o silicone e tem a impressão que a pele da mama está enrugada, porque é possível ter uma percepção da textura da prótese.

Para as mulheres que têm as condições adequadas, colocar o silicone por cima do músculo também vai proporcionar algumas vantagens:

Benefícios da prótese de silicone por cima do músculo  Para as mulheres que têm as condições adequadas, colocar o silicone por cima do músculo também vai proporcionar algumas vantagens:     Colo fica mais marcado; Procedimento é mais rápido; Menos complicações pós-operatórias (como a formação de hematomas); Dor pós-operatório é bem menor; Inchaços também são menores; Recuperação é mais rápida; Outra vantagem é que quem coloca silicone por cima do músculo pode amamentar normalmente, apesar de a técnica consistir em colocar o implante abaixo das glândulas mamárias.

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Cuidados ao colocar a prótese silicone por cima do músculo 

O implante de silicone por cima do músculo vai envolver também alguns cuidados que a paciente merece saber. Por exemplo, essa técnica pode ter resultados menos duradouros porque vai depender do nível de flacidez da pele. 

Com o tempo, o peso do próprio silicone pode fazer a pele ceder e o silicone por cima do músculo cai mais rápido do que o submuscular. Isso pode ocorrer especialmente em próteses muito grandes.

Os cirurgiões também fazem algumas ressalvas para pacientes que querem colocar próteses de silicone e ainda não engravidaram ou amamentaram. 

As gestantes que têm um grande aumento de peso e amamentam depois podem ficar com a pele dos seios mais flácidas, o que vai também fazer a prótese ceder mais com o tempo. 

Com isso, as mulheres que colocaram as próteses por cima do músculo,  podem necessitar que a cirurgia seja refeita em alguns anos.

Além disso, quando a técnica de incisão para introdução da prótese for um pouco mais invasiva, como as que envolvam alterações no entorno da aréola, alguns ductos mamários podem ser prejudicados. 

No entanto, a função da amamentação não será prejudicada nas incisões inframamárias ou axilar. 

Saiba mais sobre prótese mamária neste vídeo:

Solicitações do médico para realizar o procedimento

O primeiro passo da paciente, antes de pensar em colocar silicone por cima do músculo ou por baixo, é passar por uma consulta na qual poderá receber todas as orientações. Além disso, o médico irá solicitar:

  • Histórico clínico da paciente em uma anamnese detalhada;
  • Exames laboratoriais para conhecer as condições de saúde da paciente, porque a cirurgia só poderá ser realizada se ela tiver em boas condições e com certas comorbidades controladas;
  • Solicitar uso de hidratantes por um determinado tempo antes de realizar a cirurgia para proporcionar mais elasticidade à pele;
  • Solicitar ingestão maior de água;
  • Pacientes serão orientadas a parar de fumar;
  • Médico vai sugerir cuidados especiais com a alimentação.

Conclusão

A decisão de colocar o silicone por cima do músculo ou por baixo deverá seguir o que foi avaliado pelo cirurgião plástico, que deve ser um profissional que inspirou a confiança da paciente, deve ser experiente e filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Com esses cuidados, é certo que a mulher que escolheu colocar um silicone por cima do músculo retome sua autoestima e autoconfiança nos seus contornos corporais.

Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in cirurgia plástica, Mamoplastia
Abdominoplastia: tudo que você deve saber

Abdominoplastia: tudo que você deve saber

Ter uma barriga reta e sem depósitos de gordura  pode ser uma tarefa que nem  dieta ou exercícios conseguem alcançar. Por outro lado, a abdominoplastia é uma solução que vai  permitir  alcançar esses objetivos.

Se você está interessada em fazer essa cirurgia plástica na barriga,  leia até o final para conhecer todos os detalhes.

O que é abdominoplastia?

A  cirurgia de abdominoplastia tem o objetivo de melhorar a aparência  do  abdômen. Segundo pesquisas de órgãos especializados, é a terceira cirurgia plástica mais buscada no Brasil, ficando atrás apenas da mamoplastia de aumento (prótese de silicone) e da lipoaspiração. 

Embora seja um procedimento altamente buscado por mulheres, tem crescido a incidência da abdominoplastia masculina, porque os homens também perceberam que é possível realizar a retomada da autoestima por meio da cirurgia plástica. 

Esse comportamento se deve, especialmente, pelo motivo  já citado: muitas pessoas percebem que não importa quantos exercícios abdominais faça ou mesmo que siga dietas altamente restritivas, a barriguinha indesejada continua lá inalterada, principalmente quando há flacidez da pele.

Na abdominoplastia, o cirurgião vai realizar a retirada do excesso de pele e gordura acumuladas nesta região do corpo e fortalecer o tecido conjuntivo enfraquecido no abdômen. O resultado é um abdômen mais liso e reto.

A cirurgia também irá remover as estrias que podem ser alcançadas na área do procedimento, porém, aquelas que estão além do perímetro vão continuar lá. 

Essa cirurgia  costuma ser realizada por quem não consegue se livrar da gordura e flacidez da pele abaixo do umbigo adquiridas por causas diversas,  como:

rincipalmente quando há flacidez da pele. Na abdominoplastia, o cirurgião vai realizar a retirada do excesso de pele e gordura acumuladas nesta região do corpo e fortalecer o tecido conjuntivo enfraquecido no abdômen. O resultado é um abdômen mais liso e reto. A cirurgia também irá remover as estrias que podem ser alcançadas na área do procedimento, porém, aquelas que estão além do perímetro vão continuar lá.  Essa cirurgia  costuma ser realizada por quem não consegue se livrar da gordura e flacidez da pele abaixo do umbigo adquiridas por causas diversas,  como:  Após uma gravidez; Envelhecimento; Biotipo; Mudanças significativas de peso; Cirurgias  prévias, como no caso de mulheres que fizeram cesarianas, o cirurgião poderá incorporar a cicatriz já existente à da abdominoplastia; Pessoas que já foram obesas e que ainda têm depósitos de gordura ou pele solta no abdômen.

Quem faz abdominoplastia pode engravidar? Existe algum alerta?

Não há impedimento de uma gravidez após abdominoplastia, porém, para manter os resultados adquiridos com  a cirurgia plástica, a paciente precisa manter o peso e a forma física. 

Portanto, uma indicação, é que as pacientes façam essa cirurgia na barriga apenas após ter todas as gestações desejadas  para que os resultados da abdominoplastia antes e depois não fiquem comprometidos.

A abdominoplastia não é indicada para pessoas que desejam realizar uma grande perda de peso, como  aquelas que tenham índice  de massa corporal acima de 30, porque após esse processo, vai perceber uma grande sobra de pele em seu abdômen, e o resultado da cirurgia será prejudicado.

Contraindicações

Abdominoplastia não é um procedimento indicado para pessoas que tenham condições médicas graves, como problemas cardíacos, diabetes ou  hipertensão arterial não controladas.

Para quem é fumante, a abdominoplastia também pode não ser a melhor solução pela nocividade que o tabagismo provoca no organismo das pessoas. Se ainda assim, o paciente quiser passar pelo procedimento, receberá uma indicação do médico de parar com o cigarro muito tempo antes da cirurgia abdominoplastia.

Além  disso, pacientes com doença do colágeno também não devem passar por essa cirurgia porque essa doença autoimune afeta o tecido conjuntivo.

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Como é feita a abdominoplastia?

Em primeiro lugar, a paciente deverá buscar um cirurgião experiente, qualificado e filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, revelando com bastante sinceridade seus objetivos  ao realizar esse procedimento cirúrgico.

O cirurgião irá  explicar todos os passos do procedimento e também informar sobre  qual o tipo mais adequado de cirurgia para  cada paciente como, por exemplo, a lipo e abdominoplastia.

Também será realizada uma investigação completa  do histórico clínico da paciente, com relatos sobre doenças prévias, alergias, ingestão de medicamentos específicos, etc.

O médico também vai alertar sobre a cicatriz de abdominoplastia, que é permanente, porém, fica na altura da púbis, e pode ser escondida pelo biquíni.  Nos primeiros meses fica mais visível, porém, a partir de 1 ano, a tendência é suavizar bastante.

Para se submeter ao procedimento, o estado geral  de saúde deverá ser considerado bom. Por isso, também serão solicitados diversos exames físicos e laboratoriais.

Para realizar a cirurgia, o paciente deverá evitar certos medicamentos e começar a tomar outros para evitar as complicações, parar de fumar e manter o peso estável. 

Como é a cirurgia de abdominoplastia?

A cirurgia será realizada em ambiente hospitalar, o paciente receberá anestesia peridural, raquidiana com sedação intravenosa ou anestesia geral, quando houver necessidade de associar com outros tipos de cirurgia, por exemplo, uma abdominoplastia com lipo, se o paciente tiver uma camada muito grande de gordura na região.

Conheça os  tipos cirurgia para abdômen que podem ser realizados:

Conheça os  tipos cirurgia para abdômen que podem ser realizados:  Abdominoplastia tradicional: é  a cirurgia clássica, que visa remoção da pele, tecido e correção da flacidez  na região abdominal. É indicada para pessoas que também estão com um grande afastamento  dos músculos abdominais;  Abdominoplastia  completa:  vai envolver a retirada de gordura, tecido e pele também na mesma região da cirurgia clássica, porém, o alcance do procedimento será estendido para os excessos localizados na lombar e quadris, portanto, a incisão será maior;  Miniabdominoplastia:  é uma  cirurgia de proporções  menores, indicada para  quem quer apenas retirar alguma quantidade de pele abaixo do  umbigo. O tempo da cirurgia é menor e o período de recuperação também;  Abdominoplastia em âncora: é um tipo de  cirurgia que faz a retirada de pele e gordura também no sentido vertical, além do sentido horizontal, para  pessoas que sofreram  um grande emagrecimento,  como nos casos de cirurgias bariátricas;  Abdominoplastia e lipoescultura:  além do procedimento da cirurgia clássica,  o médico irá realizar uma modelagem do corpo, que faz a  retirada da gordura de um lugar e a reintroduz em outras áreas. Depois da anestesia, o próximo passo é a assepsia da pele e realização das incisões para levantar o tecido, expor os músculos  e corrigir aqueles que estão distendidos. A pele será reposicionada.

Então, é realizada a retirada de pele, tecidos e gorduras a partir da incisão original para corrigir a flacidez. Na sequência, são inseridos drenos para evitar acúmulo de líquidos  e a sutura das incisões.

A cirurgia deverá ter uma duração  de 2 a 3 horas. 

Abdominoplastia: riscos 

Toda  e qualquer cirurgia traz riscos, mas podem ser amenizados mediante a perícia do médico durante o procedimento e  seguir recomendações no pós-operatório. 

Entre os riscos da abdominoplastia podem ser citados:

    • Acúmulo de líquidos: os tubos inseridos durante a cirurgia vão reduzir os riscos de excesso, porém, o médico também poderá removê-los com agulhas;
    • Má cicatrização: pode variar muito de caso a caso, mas serão prescritos antibióticos para o período pós-operatório para evitar as infecções;
    • Mudanças na sensação da pele: no momento do reposicionamento da pele, alguns nervos podem ser atingidos. Então pode acontecer dormências ou uma sensação reduzida na região, que tende a sumir em algum tempo;
    • Danos: tecido adiposo pode ser danificado no interior da pele. Esse risco aumenta para os fumantes, em alguns casos, pode ser necessária uma nova cirurgia ou mesmo haver uma cicatrização espontânea;
    • Sangramentos;
    • Reações à anestesia;
    • Infecções.

Cuidados pós-operatórios

  • A retirada dos curativos da cirurgia devem  ser realizados até 24 horas após o procedimento;
  • A alimentação pode ser normal, apenas é preciso tomar cuidado para que não consuma alimentos que acumulem gases; 
  • Para evitar acúmulos de gases, o paciente deverá fazer pequenas caminhadas, mesmo que não consiga ficar ereto ainda;
  • Usar a cinta pós-abdominoplastia por 30 dias, para  auxiliar na cicatrização e manter os tecidos  reposicionados nos seus novos lugares;
  • Evitar pegar pesos ou fazer esforços por 30 dias;
  • Atividades físicas só poderão ser retomadas  após indicação do cirurgião;
  • Realização de sessões de drenagem linfática.

Conclusão

Se na  mamoplastia, seja uma mastopexia com prótese (lifting de mamas com silicone) ou apenas a redução de mamas, o principal objetivo das mulheres é ter um melhor contorno dos seios, a cirurgia da barriga é, sem dúvida, um procedimento que também vai promover uma melhor estética do corpo tanto para mulheres como para homens, porque o resultado é um abdômen muito mais bonito.

O efeito secundário do procedimento é mais confiança e satisfação ao olhar para o espelho e até expor a nova silhueta em locais como praias, piscinas ou outros eventos.

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Posted by DR. RODOLFO OLIVEIRA in Todos